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Monthly Archives: September 2011



Executive Secretary of the UN Framework Convention on Climate Change Christina Figueres briefs press

19 September 2011 – The top United Nations climate change official today urged governments to carry through their commitments to low-carbon and climate-resilient economies to address climate change, stressing that the forthcoming conference in the South African city of Durban will be an opportunity to take significant steps towards that goal.

“The world really expects governments to take the next significant steps in building an effective global system to address climate change in Durban,” said Christiana Figueres, the Executive Secretary of the UN Framework Convention on Climate Change (UNFCCC).

Speaking to reporters at UN headquarters ahead of the Conference of the Parties to UNFCCC in Durban from 28 November to 9 December, Ms. Figueres spelled out the four steps that the governments would be required to take at that meeting.

The first one is finding a solution to the issue of the second commitment to the Kyoto Protocol, an addition to the UNFCCC that contains legally binding measures to reduce greenhouse gas emissions, and whose first commitment period is due to expire next year.

“There has to be a clear decision as to how the global collective effort – not only of industrialized countries – but how the global collective effort to reduce emissions will go forward and how that will be done in a transparent manner, with greater ambition growing over time,” she said.

Secondly, Ms. Figueres said, governments will have to define the rules for the review of their climate change efforts to assess if they are good enough to keep global warming below 2 degrees Celsius.

Under agreements reached in Cancún, Mexico, last year, parties to the UNFCCC decided they would engage in a review starting in 2013. The rules of the review, however, need to be decided on before the reconsideration to ensure that the review itself will have firm scientific basis.

The Durban conference is also expected to establish clarity on climate financing. “I would say there are two big chapters. One is the approval of the first cut of the design of the Green Climate Fund, and the other is a process to ramp up climate finance up to the $100 billion a year that was agreed to under the Cancun Agreements to be available by the year 2020, but certainly necessitating a gradual ramp-up,” said Ms. Figueres.

Governments will also be expected to make operational both the new climate change technology mechanism agreed in Cancún, as well as the adaptation committee, the institution that parties have developed to carry adaptation efforts forward.

Ms. Figueres said the presidents of Mexico and South Africa will be consulting with other heads of State gathered in New York for the high-level segment of the General Assembly session on the four steps, which she said are politically more contentious in the climate change negotiations.

“And it’s very clear that world leaders here will again see that they are in the deep midst of economic crisis. I certainly sympathize with that.

“However, it is also very clear that no matter what short-term solutions will be put in place by governments to deal with this current economic crisis, those solutions will not be able to maintain growth and stability throughout a longer period unless they are imbued within a global climate change solution,” said Ms. Figueres.

Source: UN
Original: http://bit.ly/rdWCSv


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No último período do Plano Quinquenal, entre 2006 e 2010, o consumo de energia no país por unidade de produto interno bruto (PIB) diminuiu 19,1%; para 2015, espera-se que esse índice caia 16% em relação ao nível de 2010.

A China deverá investir US$ 313 bilhões na economia verde para promover um desenvolvimento de baixo carbono no próximo Plano Quinquenal (2011-2015), anunciou no último sábado (24) Xie Zhenhua, vice-ministro da Comissão de Reforma e Desenvolvimento Nacional (NDRC), ao jornal China Daily.

Entre as medidas para estimular uma economia mais sustentável, Xie afirmou que o governo se utilizará de projetos em renováveis, eficiência energética e lançará programas-piloto de baixo carbono em cinco províncias e oito cidades.

“Durante o décimo segundo período do Plano Quinquenal (2011-15), o governo chinês estimulará o desenvolvimento de baixo carbono em dez perspectivas”, declarou o vice-ministro da NDRC.

Um dos aspectos que mais tem tido êxito no desenvolvimento de baixo carbono na China é o planejamento de ecocidades, ou seja, espaços urbanos onde os elementos são organizados e realizados a fim de diminuir o impacto sobre o meio ambiente.

Segundo Lasse Gustavsson, diretor executivo de conservação do WWF Internacional, o sucesso dessas cidades, principalmente Tianjin, é um bom exemplo para outros países, sobretudo os emergentes, e poderá proporcionar experiências semelhantes em outros locais.

“Para estimular o desenvolvimento de baixo carbono, a nova área de Tianjin Binhai distribui 200 milhões de Yuans (US$ 31 milhões) a cada ano para encorajar todos os tipos de projetos que melhorem a economia de energia e a redução de emissões”, explicou He Lifeng, secretário do partido da nova área de Tianjin Binhai.

Nos últimos anos, a China desenvolveu e colocou em prática diversas políticas incentivando a economia de baixo carbono. Como resultado disso, no décimo primeiro período do Plano Quinzenal, entre 2006 e 2010, o consumo de energia no país por unidade de produto interno bruto (PIB) caiu 19,1%, e as emissões chinesas foram reduzidas em 1,5 bilhões de toneladas.

Para o décimo segundo período do plano, entre 2011 e 2015, o governo estima diminuir o consumo de energia na China em 16% com relação aos índices de 2010. Neste mesmo intervalo, espera-se que a relação entre a entrada e saída de recursos aumente em média 15%.

Autor: Jéssica Lipinski
Fonte: Instituto CarbonoBrasil / Agências Internacionais
Original: http://bit.ly/noXTsK


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Nova York – A desertificação ganha terreno no mundo, mas não é uma fatalidade e muito depende da política adotada pelos governos, afirmou nesta terça-feira o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em reunião durante a Assembleia Geral anual das Nações Unidas.

Quarenta por cento das terras do mundo são áridas ou semi-áridas e dois bilhões de pessoas dependem destes solos para a sua subsistência.

“Por que permitirmos a deterioração destas terras áridas?”, questionou o secretário-geral da ONU em seu discurso nesta reunião de alto nível, realizada em Nova York.

“Tomemos hoje a iniciativa de reverter a tendência. Contrariamente a uma percepção muito disseminada, nem todas as terras áridas são estéreis”, disse Ban Ki-moon.

“Uma ação oportuna da nossa parte pode liberar estas riquezas e aportar soluções”, acrescentou o chefe da ONU.

A cada ano são perdidos 12 milhões de hectares de terras produtivas, segundo a Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (CNUCD).

“A cada minuto são perdidos 23 hectares de terras produtivas por causa da degradação”, uma superfície que daria para produzir 20 milhões de toneladas de cereais, comparou a CNUD.

Em seu discurso, Ban Ki-Moon apresentou certos casos bem-sucedidos, entre eles “a restauração de antigos terraços nos Andes do Peru ou a plantação de árvores para conter o avanço das dunas do Saara”.

“Há exemplos em todos os continentes de governos que revertem a tendência à desertificação e melhoram a produtividade das terras”, disse Ban.

O presidente da Assembleia Geral da ONU, o catariota Nassir Abdulaziz Al-Nasser, insistiu no fato de que a desertificação traz à tona a questão da segurança alimentar, como mostra a fome que afeta atualmente o leste da África.

“O custo humano e econômico da desertificação é enorme”, advertiu.

Segundo a ONU, a questão da desertificação abarca o desaparecimento de terras onde as populações tinham a capacidade de plantar ou criar gado e que se tornaram áreas áridas onde vivem 2,3 bilhões de pessoas de quase 100 países.

Graças a campanhas de informação, espera-se que até 2018, 30% da população mundial estejam conscientes do problema da desertificação e da degradação dos solos.

Autor: Pierre-Antoine Donnet
Fonte: AFP
Original: http://bit.ly/qb4CvE


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Hydrogen, a potential clean energy source, can be sustainably generated using just seawater, river water and bacteria, according to new research.

Hydrogen is a potentially valuable energy source, however environmental concerns about using fossil fuels to produce the gas, and about production costs, have limited its application so far.

Previous studies have shown that hydrogen gas can be produced by harnessing the by-products of microbial organic matter metabolism in a device called a microbial electrolysis cell. But the process requires an additional input of electricity to make it work effectively.

Now, according to a study published online in the Proceedings of the National Academy of Sciences, hydrogen can be produced in a single device by integrating a water-based power supply into the system.

Exoelectrogenic bacteria are found in ponds, streams, sediments and soils, as well as in wastewater. As they metabolise organic matter they can transfer electrical energy to conductive materials such as metal or graphite.

“[When they are used in Microbial Electrolysis Cells] bacteria produce electrical current, but not enough voltage to drive hydrogen gas production at the other electrode,” says co-author of the new study Professor Bruce Logan, of Pennsylvania State University’s Hydrogen Energy (H2E) Center.

Salt gradient

Logan and Dr Younggy Kim designed a microbial reverse electrodialysis system, containing five pairs of seawater and river water cells separated by thin membranes, which were sandwiched between an anode containing the bacteria, and a cathode.

The passage of salt through the membranes down the gradient of seawater to river water generated the additional electricity needed to produce hydrogen without the need for fossil fuels, sunlight, or wind.

“The most significant finding is that hydrogen production is possible using readily available and sustainable sources, and with no need for electricity [input],” explains Logan.

Because the bacteria in this device can be fed organic waste, this system may also prove useful for wastewater treatment.

“The implication of this research is that wastewater can become a resource from which we can actually capture energy in the very useful form of hydrogen gas” – without any consumption of electrical grid energy.

Dr René Rozendal, a former research fellow at the University of Queensland‘s Advanced Water Management Centre, and inventor of microbial electrolysis says this is an interesting study.

“However, due to the large amount of membranes (and electrodes) required, it is a rather expensive method of making hydrogen gas,” he says.

“Moreover, the number of places where salt and fresh water and large amounts of biodegradable organic matter occur together are rather limited.”

“Still,” adds Rozendal, “it is a nice proof-of-principle that demonstrates that hydrogen can be produced from natural resources without electricity input.”

Author: Rachel Sullivan
Source: ABC
Original: http://bit.ly/oHFlrv


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O Japão terá de retirar 29 milhões de metros cúbicos de terra contaminada por radiação na região de Fukushima, numa área quase equivalente à de Tóquio, informou o Ministério do Meio Ambiente na primeira estimativa oficial sobre a dimensão dessa tarefa.

Seis meses depois do terremoto e do tsunami de 11 de março, que desencadearam o pior acidente nuclear do mundo nos últimos 25 anos, a contaminação atinge níveis alarmantes em até 2.400 quilômetros quadrados, abrangendo Fukushima e outras quatro prefeituras do norte do país, segundo relatório divulgado na terça-feira (27) pelo ministério.

A área contamina é equivalente a 90% da área de Tóquio, que tem 2.170 quilômetros quadrados.

Segundo a agência de notícias Kyodo, o Ministério do Meio Ambiente solicitou 450 bilhões de ienes adicionais no terceiro suplemento orçamentário a ser enviado pelo governo em outubro ao Parlamento, com validade até março.

Até agora, o governo já conseguiu 220 bilhões de ienes (US$ 2,9 bilhões) para o trabalho de descontaminação. Alguns especialistas dizem que a tarefa pode consumir trilhões de ienes.

O relatório trabalha com a hipótese de que seja removida uma camada de 5 centímetros da superfície, possivelmente contaminada com césio, e que também precisaria haver a retirada de grama e de folhas caídas das florestas, e de poeira e folhas dos bueiros.

No total, esse material poderia somar 29 milhões de metros cúbicos de lixo radiativo, algo suficiente para encher 23 estádios de beisebol com capacidade para 55 mil espectadores.

O governo ainda precisa decidir onde armazenar temporariamente esses dejetos, e como se desfazer deles permanentemente.

O Japão proíbe o aceso de pessoas num raio de 20 quilômetros em torno da usina, que fica cerca de 240 km a nordeste de Tóquio. Cerca de 80 mil pessoas precisaram deixar suas casas.

O governo almeja a reduzir pela metade em dois anos o nível de radiação em lugares contaminados, o que pode acontecer pela redução natural da radiatividade e por esforços humanos.

A estimativa do ministério prevê que a limpeza deve acontecer principalmente em áreas onde as pessoas estariam expostas a uma radiação de 5 milisieverts (mSv) ou mais anualmente, excluindo a exposição por fontes naturais.

O sievert é uma unidade de medida para a radiação absorvida por tecidos humanos; o milisievert é a sua milésima parte. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA, um órgão da ONU) calcula que a exposição anual a fontes naturais de radiação alcança 2,4 milisieverts.

Fonte: Folha / REUTERS
Original: http://goo.gl/ynTjX


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País não irá mais construir usinas, mas manterá pesquisas na área


A decisão ainda depende de uma última aprovação da câmara baixa do parlamento.

Genebra – A Suíça abandonará progressivamente a energia nuclear nas próximas duas décadas, já que o Conselho de Estados, câmara alta do Parlamento, aprovou nesta quarta-feira a suspensão da construção de novas usinas atômicas.

O Conselho Nacional, câmara baixa, havia aprovado o projeto em 8 de junho.

Depois da luz verde da câmara alta, o projeto volta à câmara baixa para a aprovação da versão adotada nesta quarta-feira.

Além das medidas que estimulam a energia renovável e eficiência energética, o texto votado exige, por outro lado, a manutenção das pesquisas no setor nuclear.

O país precisará contar agora com seu já desenvolvido sistema de hidrelétricas, além de outras energias renováveis, para compensar a perda das usinas nucleares sem considerar a possibilidade de importar energia elétrica.

Se necessário, a Suíça considera retornar à eletricidade produzida por combustíveis fósseis, informou um trecho do projeto, apesar de estabelecer limites dentro da política de mudanças climáticas do país.

Na recomendação do governo, a primeira usina nuclear a ser fechada será a de Beznau I, em 2019, seguida de Beznau II e Muehleberg, em 2022, Goegen, em 2029, e Leibstadt, em 2034.

O governo prevê que tal programação de abandono da energia nuclear favorecerá negócios que envolvam tecnologias limpas, impulsionará a criação de empregos e ajudará a Suíça a lidar com o esperado aumento do preço da eletricidade na Europa.

Estimativas iniciais apontam que o custo de redesenhar as fontes energéticas do país, complementadas por medidas para diminuir o consumo, custarão de 0,4% a 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB).

O ministro de Meio Ambiente e Energia, Doris Leuthard, salientou que a energia nuclear tornou-se muito cara, devido ao aumento dos custos para a construção de usinas mais seguras.

No entanto, a medida enfrentou a oposição da federação de empresários suíços, a EconomieSuisse, que classificou a decisão de “irresponsável”.

A Associação de Empresas Suíças de Eletricidade aplaudiu decisão de saída gradual da energia nuclear, em vez de uma interrupção imediata.

“A continuação dessas usinas nos dá tempo para encontrar soluções e implementar medidas mais eficientes”, anunciou.

Fotografia: Johannes Eisele / AFP
Fonte: Exame / AFP
Original: http://goo.gl/R4M6x


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