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Daily Archives: 21/02/2012




Aviões da Air China na pista do aeroporto internacional de Pequim. (Foto: David Gray/Reuters)

O Governo de Pequim proibiu as companhias aéreas chinesas de pagar a taxa pelas emissões de carbono que emitem, uma medida que entrou em vigor a 1 de Janeiro e que abrange todos os voos de e para os países da União Europeia.

“A Administração da Aviação Civil da China publicou, recentemente, uma notificação que proíbe as companhias aéreas chinesas [como a Air China, China Southern Airlines, China Eastern Airlines e a Hainan Airlines] participarem no comércio europeu de emissões sem autorização das autoridades governamentais”, noticia hoje a agência Xinhua. Tudo porque a taxa imposta pela União Europeia “é contrária aos princípios relevantes da Convenção Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas e da regulamentação internacional da aviação civil”, explica a administração chinesa.

“A China vai considerar a adopção das medidas necessárias para proteger os interesses dos cidadãos e empresas chinesas”, acrescenta em comunicado.

O embaixador da União Europeia na China, Markus Ederer, disse hoje em conferência de imprensa que as negociações não estão fechadas. “Há várias vias possíveis, bilaterais, multilaterais ou mesmo jurídicas.”

Desde 1 de Janeiro, as emissões de dióxido de carbono de todos os voos domésticos e internacionais com partida ou chegada a qualquer aeroporto na União Europeia passaram a estar abrangidas pelo comércio de emissões europeu. O objectivo é limitar as emissões de gases com efeito de estufa da aviação internacional.

Mas a medida tem gerado críticas de 26 dos 36 países membros da Organização Internacional da Aviação Civil, especialmente dos Estados Unidos, China e Rússia. Algumas companhias aéreas norte-americanas protestaram contra a medida no Tribunal de Justiça Europeu mas este entendeu, em Dezembro de 2011, que o comércio de emissões para a aviação não infringe a soberania de países terceiros.

As companhias aéreas que se recusarem a pagar a taxa poderão incorrer numa coima de 100 euros por tonelada de CO2 (dióxido de carbono) ou, em casos extremos, ver recusado o seu direito de aterrar nos 27 países da UE. Mas as companhias têm ainda um prazo para o cumprimento e podem comprar as suas licenças de emissão para 2012 até 30 de Abril de 2013. Nenhuma outra sanção será aplicável antes dessa data.

A oito euros por tonelada de CO2, a medida representará um total de 256 milhões de euros em 2012, segundo as estimativas da Comissão Europeia.

Fonte: Ecosfera / Público – AFP
Original: http://bit.ly/yE0dDT


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Stratford’s industrial and contaminated land transformed to create Britain’s largest urban park for over a century


An aerial view of the Olympic site in Stratford. Photograph: Anthony Charlton – Locog/EPA

Work to clean up the Olympic site in Stratford, east London, and create the largest urban park in Britain for more than 100 years has been completed, the Environment Agency has said.

An area the size of 297 football pitches, much of which was polluted, has been cleaned up, with 300,000 wetland plants and 2,000 native trees planted and five miles of the river Lea restored.

The Environment Agency, which has worked with the Olympic Delivery Authority (ODA), the London Development Agency and other partners on the site said it had helped the ODA decontaminate 2m tonnes of soil so it could be reused.

On the river Lea, invasive species including Japanese knotweed, Himalayan balsam and floating pennywort have been removed, along with concrete walls, to improve the river habitat for wildlife and users.

Some 22 miles of cycleways and footpaths have been put in and 44 hectares (110 acres) of land has been turned into reed beds, wet woodlands, grassland and ponds to attract wildlife, the agency said.

It also said that by making space in the park for floodwater and improving defences, the flood risk to about 4,000 properties in Canning Town and West Ham had been reduced.

Lord Smith, chairman of the agency, said: “The Olympic Park has shown the way in securing major environmental improvement at the same time as enabling large-scale construction and development.

“The Environment Agency has worked closely with the ODA on issues such as improving water quality, restoring habitats and reducing flood risk.”

Sir John Armitt, chairman of the ODA, said: “To have created Britain’s largest urban park for over a century out of a contaminated, industrial landscape has taken both determination and clever thinking.”

He said organisations such as the Environment Agency had helped them deliver the cleaned-up site.

The Olympic Park also has environmentally friendly facilities such as a waste water recycling plant and an energy centre producing enough low-carbon energy to power more than 10,000 homes.

Source: The Guardian
Original: http://bit.ly/AqjBRh


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Entre os grandes fabricantes de automóveis, o país é um dos raros em que não produz nenhum carro elétrico


“Não há a menor chance de um carro elétrico ser produzido em fábricas brasileiras enquanto o governo não der incentivos”, diz o presidente da Renault-Nissan

Ao lado do Paraguai, o Brasil é o único país do mundo no qual dá para abastecer o tanque de um carro com 100% de álcool hidratado. Entre os grandes fabricantes de automóveis, é um dos raros em que as montadoras locais ainda não produzem nenhum carro elétrico – e nem ao menos híbridos – nas linhas de montagem. E essa situação não deve mudar, pelo menos nos próximos anos.

“Não há a menor chance de um carro elétrico ser produzido em fábricas brasileiras enquanto o governo não der incentivos para que isso aconteça”, diz Carlos Ghosn, presidente mundial da Renault-Nissan.

Como se não bastasse, a taxação para híbridos e elétricos acaba de aumentar no Brasil. Em mais uma de suas bordoadas para aumentar a arrecadação, o governo decretou que para um Toyota Prius o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) subiu de 13% para 43%. Para um carro elétrico, como o Nissan Leaf, aumentou de 25% para 65%.

Outro problema é a falta de pontos para reabastecer carros desse tipo nas cidades brasileiras. “Para viabilizar a chegada de carros elétricos, a prefeitura de Paris está instalando algo como 5 mil pontos de recarga na cidade”, diz Ghosn.

Para o futuro, a bola da vez no Brasil continua a ser o etanol. Era movido com ele, o primeiro automóvel desenvolvido por Henry Ford e também os primeiros motores criados pelo alemão Rudol Diesel, cujo sobrenome batiza até hoje um dos derivados de petróleo, movidos a óleo de amendoim. Mas, pelo menos há boas notícias para combustíveis verdes e recicláveis no horizonte.

A 100 quilômetros de São Paulo, os laboratórios do CTBE (Centro de Tecnologia Brasileira do Etanol), em Campinas, preparam-se para colocar o país na ponta para a produção do combustível verde de segunda geração, aquele que aproveita a celulose do bagaço e a palha da cana. Até restos de madeira ou papel passariam a ser fontes de produção de combustível.

“Em usinas-piloto, já é possível aproveitar a celulose, com ajuda de enzimas”, disse a INFO o professor Marco Aurélio Pinheiro Lima, diretor do CTBE. A função dessas enzimas é converter a celulose da madeira ou cana em açúcares que, uma vez fermentados, podem se transformar em etanol. Isso é sinônimo de milhares de litros a mais de combustível verde, fim de problemas de desabastecimento e perspectiva de preços mais estáveis ou em queda.

Ainda não existe uma usina dessa nova geração produzindo em escala comercial no mundo. Mas com recursos, apoio do governo, interesse de grandes grupos, o Brasil está bem colocado para entrar nessa em pouco tempo. Há outros concorrentes, como os Emirados Árabes Unidos, um dos maiores produtores mundiais de petróleo, onde os xeiques investiram o equivalente a 250 milhões de dólares em pesquisas para extrair combustível de alga, e os Estados Unidos.

Desde a administração George W. Bush, o governo americano colocou 200 milhões de dólares em pesquisa para substituir 15% da gasolina consumida. Como lá o etanol vem do milho (que tem uma produtividade duas vezes pior que a da cana), o Brasil está em vantagem. “A nova tecnologia não fará um combustível mais barato, mas, em compensação, aumentará bastante produção de etanol”, diz o pesquisador Fernando Galembeck, diretor do Laboratório Nacional de Nanotecnologia.

A disparada das vendas dos carros flex, uma tecnologia inventada em 2003, pela subsidiária da italiana Magnetti-Marelli para o Gol, da Volkswagen, virou o mercado brasileiro de cabeça para baixo. Com carros capazes de rodar com gasolina e etanol, desde então a demanda não parou de crescer. “A meta do CTBE é criar condições para ter etanol suficiente para substituir 10% da gasolina no planeta”, diz Lima.

Autor: Fernando Valeika de Barros
Fonte: Exame
Original: http://bit.ly/xopjhi


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China has “banned” all airlines in the country from joining the European Union’s Emissions Trading Scheme (ETS) aimed at cutting carbon emissions.


Analysts say there could be a protracted legal dispute, with the EU unlikely to give way.

The authorities have also barred the airlines from increasing their fares or adding new charges for the scheme.

The ban comes just weeks after the China Air Transport Association said its members did not support the ETS.

The scheme, implemented from 1 January, levies a charge on flights in EU airspace based on carbon emissions.

‘Severe challenges’

The scheme has come in for severe criticism not just from China but also from other countries such as the US and Canada.

China has claimed that the plan could cost Chinese airlines 95m euros ($124m, £79m) in extra annual costs.

Analysts said that given the global economic conditions and an uncertain outlook for the travel industry, airlines were wary of the scheme hurting their profits.

“The sector is already facing quite severe challenges,” Chris De Lavigne of Frost & Sullivan told the BBC.

“The airline industry as a whole has already been hit by high fuel costs in the past couple of years and no one wants additional cost factors coming in.”

According to EU estimates, the scheme will see the cost of air fares rise by between 2 and 12 euros per passenger.

‘Very tricky’

The move by the Chinese authorities is likely to complicate the issue as the EU will have to decide on what measures it will take from here on.

“It is going to be very tricky. You have to wait and see how the EU will react,” Siva Govindasamy of Flightglobal told the BBC.

“They would be able to stop the Chinese airlines from flying to the EU, but that could see retaliatory action by China which will not be good for either side,” he added.

Analysts said that given the differences between the various parties involved, the matter may have to be resolved by an international body.

“It could potentially end up on the desk of the World Trade Organization as the countries who are against it have said it is an unfair trade practice,” said Frost & Sullivan’s Mr Lavigne.

“Both sides have claimed that this is either fair or unfair, so it is very difficult to see how this is going to shape up.”

Source: BBC
Original: http://bbc.in/znPNW6


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