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Monthly Archives: July 2012



(We return in September / Voltaremos em setembro)


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A empresa austríaca SAT (See Algae Technology), fornecedora de infraestrutura para produção industrial de algas, iniciará nos primeiros meses do ano que vem a construção da planta adjacente à usina de Vitória de Santo Antão, no Recife, no primeiro projeto do mundo em escala industrial para a fabricação de biocombustível a partir de microalgas marinhas.

A expectativa da companhia, sediada em Viena, é que as operações tenham início já no quarto trimestre de 2013. A unidade terá capacidade de produção de até 1,2 milhão de litros de biodiesel de algas por ano.

A produção de combustíveis a partir de microalgas é uma aposta dos pesquisadores para as novas gerações de biocombustíveis limpos – não oriundos de fontes fósseis.

Muitos países, incluído o Brasil, debruçam-se em estudos nessa área já há algum tempo. Com rápida reprodução e boa produtividade de óleo, elas são vistas como opção plausível de alternativa ao petróleo. E ainda têm uma vantagem imbatível: não entram em conflito na disputa por terras agrícolas, questão-chave para a segurança alimentar.

Para crescer e se multiplicar, algas precisam de água (o meio onde vivem), luz (para a fotossíntese) e nutrientes, como fertilizantes e CO2. Até agora, a grande dificuldade tem sido baratear o alto custo de produção. Especulações recentes do mercado jogavam o preço do litro a R$ 20, graças ao processo de concentração, separação e secagem desses vegetais, que exigem peças caras e com alto consumo de energia.

Com as novas tecnologias apresentadas pela empresa austríaca, o preço do biocombustível na usina será similar ao do etanol de cana – entre R$ 0,80 e R$ 1 o litro, diz a SAT.

Isso porque algumas mudanças importantes foram feitas. A primeira foi trocar a produção em lagoas a céu aberto para espécies de “silos” de até cinco metros. A vantagem desse processo é que não há contaminação da produção, já que não há interferência do ambiente externo. A segunda, e mais significativa, é a melhor distribuição da iluminação para a reprodução das algas. “Nas lagoas, apenas as microalgas que estão na superfície recebem o sol. As que estão um pouco mais abaixo ficam competindo por luz e nutrientes, o que reduz a produtividade”, diz Bianchini.

O pulo do gato, diz o executivo, foi o desenvolvimento de um prisma solar que transfere a luz do sol para os reatores (silos) através de fibras óticas. Com isso, os silos são iluminados por dentro de alto a baixo. Além disso, serão ligados através de tubulações à chaminé da usina de Vitória de Santo Antão, por onde passará o CO2 gerado na queima do bagaço da cana. “O custo de energia, alto em outros processos, será zero porque nossa matéria-prima será o sol e o CO2 “.

Segundo o diretor da SAT, cerca de 50% das algas resultam em óleo para biocombustíveis e a outra metade em biomassa. Por ser proteica, essa biomassa é utilizada como substituição para a soja na alimentação de rebanhos na pecuária e na criação de peixes. Ainda segundo Bianchini, em um segundo momento a planta poderá ser utilizada também para produzir bioetanol a partir de algas geneticamente modificadas. Para isso, no entanto, ainda é preciso obter validação da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Autor: Bettina Barros
Fonte: Instituto Carbono Brasil / Ecofidelidade
Original: http://goo.gl/Di9J1


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(Reuters) – Italy’s main steel plant faces a possible partial shutdown if a magistrate rules its fumes and dust particles endanger the health of thousands of workers and nearby residents.

The imminent decision follows a lengthy probe into whether dioxin and other chemicals pumped from the ILVA plant have caused an abnormal increase in cancer cases and respiratory and cardiovascular diseases in the southern port of Taranto.

Riva Group, which includes ILVA, could not immediately be reached for comment but has said it respects all environmental regulations and that emissions from the plant are well within legal limits, according to its websites. (www.rivagroup.com) (www.ilvataranto.com)

ILVA, a major employer in the impoverished Puglia region, is one of Europe’s biggest steel plants and produced 8.5 million tonnes in 2011, nearly 30 percent of total Italian output.

The prospect of a ruling has prompted Prime Minister Mario Monti’s government to summon local politicians and officials to a meeting on Thursday to find ways of resolving pollution issues while keeping jobs as Italy slips ever further into an economic recession.

“We hope a solution will be found to make the plant more environment-friendly,” said Lunetta Franco, the head of Taranto’s branch of Italian environmentalist group Legambiente.

“We understand the industrial needs but the issues of health cannot be ignored,” said Franco, who has campaigned to reduce pollution at ILVA, owned by the wealthy Riva family.

About 4,000-5,000 people work at the most polluting section of the plant, which risks being shut. This includes a coke making plant, a blast furnace and an agglomeration unit, union members and company sources told Reuters.

The whole site employs between 15,000 and 20,000 people and represent a major source of income for the Taranto area.

It is one of the few large industrial plants in southern Italy, which is much less industrialized than the country’s wealthy North.

Unemployment in Puglia was 15.6 percent in the first quarter of 2012, above the national average and twice as much as in the northern regions of Lombardy and Piedmont. ILVA workers marched against the plant’s possible closure earlier this year.

A study requested by local magistrates linked 386 deaths among the local population to ILVA’s fumes in 13 years. The majority were living in two low-income neighborhood very close to the plant.

The study also showed a higher-than-average number of tumors among ILVA workers.

“Analyses have revealed a grave situation,” Franco added. “They have shown a link between the deaths and plant pollution.”

CRUCIAL VERDICT

The investigation, which started a couple of years ago, is expected to close by the end of July.

In a sign that things are heating up for ILVA, the region of Puglia rushed through a new law on Tuesday, immediately nicknamed Salva-ILVA (Save ILVA), on tightening controls in areas of high environmental risk, including Taranto.

Puglia’s governor Nichi Vendola, the leader of Italy’s leftist-green party Sinistra Ecologia Liberta (Left, Ecology, Freedom), said he is dreaded a stoppage at ILVA.

“Not even for a minute could I imagine the shutdown of a plant which gives a living to almost 20,000 people,” he was quoted as saying in daily Corriere della Sera on Monday.

If the new environment protection law is respected, there would be no need to close the steel plant, trade unions say.

“We don’t want to face a choice between job and health,” Marco Bentivogli, National Secretary of the metalworkers union FIM-CISL, told Reuters.

“We believe that ILVA should continue to invest in reducing pollution, in cutting dioxin. There is a lot of work to be done. But the plant should remain operating,” he said.

(Additional reporting by Massimiliano di Giorgio in Rome; Editing by David Cowell)

Author: Svetlana Kovalyova
Source: REUTERS
Original: http://goo.gl/1qP3P


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Depois da ameaça das autoridades de São Francisco deixarem de adquirir produtos Apple, aquela empresa californiana decidiu voltar atrás na sua decisão de romper com uma importante certificação ambiental americana.

De acordo com as normas estabelecidas pela Electronic Product Environmental Assessment Tool (EPEAT), gerida pelo Green Electronics Council, os produtos das empresas certificadas deverão ser fáceis de desmontar pelos consumidores, de forma a que possam ser eliminados facilmente os componentes tóxicos, nomeadamente as baterias, com a finalidade de os produtos em questão poderem ser considerados um ‘produto verde’”.

Era precisamente deste vínculo que a Apple se queria afastar, mas o tiro saiu-lhes pela culatra, depois de uma onda de má publicidade após a decisão de abandonar esta certificação “verde”, há uma semana. Agora a empresa voltou atrás e anunciou que esta manobra foi um “erro” e que a norma do Green Electronics Council volta a estar presente nos aparelhos da empresa.

De acordo com um comunicado do vice-presidente sénior do departamento de engenharia de hardware, Bob Mansfield, a Apple ficou muito preocupada pela “decepção” manifestada pelos utilizadores, pelo que decidiu reverter a sua decisão.

Entretanto, o director executivo da EPEAT, Robert Frisbee, já veio saudar esta “inversão de marcha” empresarial, afirmando que ela deverá, no futuro, recompensar aqueles que apostam no design sem esquecer a sustentabilidade.

Fonte: Ecosfera
Original: http://goo.gl/DA0xP


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The sound of cowbells has left Austrian residents ‘at the end of their tether.’ (AP)

Cowbells are just as much a part of Alpine culture as yodelling and Lederhosen, but the constant clanging can be annoying. An Austrian court has ordered a farmer to remove the bells after residents complained they couldn’t get any sleep.

Next they’ll be banning yodelling. In a ringing blow to Alpine tradition, an Austrian court on Tuesday banned cowbells from a field after residents complained they weren’t get any sleep at night because of the endess clanging.

The owner of the cows had refused to remove the bells from his herd, arguing that they were traditional and had a generally calming effect.

But judge Erich Kundegraber visited the field near Stallhofen, a small town in the southeastern foothills of the Alps, population 3,000, and ruled in favor of the farmer’s neighbors.

“They couldn’t sleep anymore. They were at the end of their tether,” he said, according to Austrian newspapers. Kundegraber could not be reached for comment on Tuesday.

The cows were free to roam the field at night and the noise was reportedly made worse by the scraping of their bells against a metal trough.

The ruling confirmed a May court decision which the farmer had appealed. The ruling stated: “Cattle are kept in an unacceptably disturbing way if the animals wearing cowbells are held in a rural area with scattered residential buildings within a fenced meadow and the animals cause a loud noise at night through the clanging of bells that disturbs the nocturnal peace of neighbors.”

The court decided there was no need to give cows bells if they were in a fenced field, easily visible and not located in a mountain pasture. It added that cowbells weren’t a traditional feature of rural residential areas.

The farmer will face a fine if he doesn’t comply with the ruling.

Cowbells were originally used to help trace errant animals and to make it easier for the cows to stay close to each other in mountain pastures.

It remains unclear to what extent the ruling sets a precedent that could lead to the widespread removal of bells from cows across Austria.

Source: Spiegel Online International
Original: http://goo.gl/0xFW7


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As piores consequências da radiação liberada durante o acidente da usina nuclear de Fukushima em março de 2011, no Japão, devem ainda estar para aparecer, afirma um estudo da Universidade de Stanford.

De acordo com os pesquisadores, o número de casos de câncer não letais relacionados ao acidente pode chegar a 2,5 mil, e levar a até 1,3 mil mortes. “Não vai haver zero mortes. Não vai haver dezenas de milhares de mortes também, mas não é uma coisa trivial”, afirmou Mark Z. Jacobson, coautor do estudo.

Segundo ele, a maior parte dos atingidos deve ser de idosos e crianças. “Não vão ser apenas os idosos ficando doentes. Os menores são mais suscetíveis a alguns desses cânceres – há a preocupação de que muitos desses casos possam ser em crianças.”

Outras estimativas, no entanto, sugerem que possa haver muitos milhares de mortes, e Jacobson admite que ainda é necessário avaliar os efeitos sob outros aspectos. “Essa incerteza é principalmente em função de três coisas: a dose de radiação recebida, onde a população estava concentrada, e descobrir exatamente a que a população estava exposta. Temos que fazer muitas estimativas diferentes para isso”, declarou.

Porém, a maior probabilidade é de que a doença atinja 180 pessoas, uma vez que é estimado que 81% da radiação teria sido dispersada no oceano. O acidente já teria provocado cerca de 600 mortes.

“De certa forma, foi um incidente de sorte por causa de onde estava a locação – apenas 19% da [radiação] ficou na terra. Poderia ter sido muito pior se os ventos tivessem soprado diferentemente. Os casos de câncer seriam até dez vezes mais frequentes se a radiação não tivesse sido absorvida pelo mar. Vários fatores meteorológicos ajudaram a evitar uma tragédia ainda maior”, disse o cientista.

Jacobson e o outro coautor, Jon Tem Hoeve, usaram dados climáticos e atmosféricos, assim como estimativas de emissões nucleares do Tratado de Interdição Completa de Ensaios Nucleares (CTBTO), para criar o modelo.

Embora quase todas as vítimas devam ser do Japão, o coautor da pesquisa reconheceu que pode haver alguns casos isolados de câncer em outros países próximos. O evento é considerado o pior desastre atômico desde Chernobyl em 1986, e Jacobson lembrou que nenhum cálculo pode expressar a extensão do acidente nuclear.

“Há muito mais sobre esse assunto do que sobre o que examinamos, que foram os efeitos na saúde relacionados ao câncer. Fukushima foi um desastre muito grande em termos de contaminação do solo e da água, de deslocamento de vidas”, concluiu.

Autor: Fabiano Ávila e Jéssica Lipinski
Fonte: Instituto CarbonoBrasil
Original: http://goo.gl/O2s4C


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Average Chinese person’s carbon footprint now equals European’s. The per capita emissions of the world’s largest national emitter is almost on a par with the European average, new figures show.


China became the largest national emitter of CO2 in 2006, though its emissions per person have always been lower than those in developed countries such as Europe. Photograph: Carlos Barria/Reuters

The average Chinese person’s carbon footprint is now almost on a par with the average European’s, figures released on Wednesday reveal.

China became the largest national emitter of CO2 in 2006, though its emissions per person have always been lower than those in developed countries such as Europe.

But today’s report, which only covers emissions from energy, by the PBL Netherlands Environmental Assessment Agency and the European commission’s Joint Research Centre (JRC) show that per capita emissions in China increased by 9% in 2011 to reach 7.2 tonnes per person, only a fraction lower than the EU average of 7.5 tonnes.

The figure for the US is still much higher – at 17.3 tonnes – though total Chinese CO2 emissions are now around 80% higher than those of America. This widening gap reflects a 9% increase in total emissions in China in 2011, driven mainly by rising coal use, compared with a 2% decline in the US.

Total emissions in Europe and Japan also fell last year, by 3% and 2% respectively. But emissions rose across much of the developing world, including India, which saw a 6% increase. As a result, OECD nations now account for only around a third of the global total.

The figures published on Wednesday – like most official data on carbon emissions – are based on where fossil fuels are burned. A recent UK select committee report argued that it was also important to consider the import and export of goods when considering national responsibility for climate change. This would affect today’s data, because previous studies have suggested that almost a fifth of Chinese emissions are caused by the production of goods for export.

In addition, the new county data exclude international travel, which accounts for 3% of the global total and is likely to be heavily weighted towards richer countries. Non-CO2 greenhouse gases such as methane and nitrous oxide are also excluded.

For these reasons, the total carbon footprint of the average European most likely remains substantially higher than that of the average Chinese person. In addition, Europe, the US and other developed countries have contributed a disproportionate share of the historical emissions that have caused the warming to date and will remain in the atmosphere for decades or centuries to come.

But a recent study showed that even when imports and international travel are taken into account, the developed world now accounts for less than half of current global emissions. Moreover, China’s emissions may be even higher than reported today according to another study showing that the country’s official energy statistics were as much as 20% lower than they should be.

Owing to factors such as these, precise national emissions figures will remain the subject of debate. Globally, however, the picture is clear. Total emissions from fossil fuels and cement increased by 3%, leaving global emissions at a record 34bn tonnes of CO2. That is less than the rise in 2010, when emissions shot up by 5% as the world economy bounced back from recession, but higher than the average annual increase for the past decade, which stands at 2.7%. This suggests that efforts to curb global emissions have so far failed to make any impact.

The continued steep rise in global carbon emissions will make it even more difficult for the world’s nations to fulfil their stated aim of limiting temperature rise to 2C, considered a danger threshold after which the risks of irreversible climate change increase.

According to the report, if global emissions continue on their current trend, the world will commit itself to 2C of warming within two decades.

Author: Duncan Clark
Source: The Guardian
Original: http://goo.gl/LBDrF


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