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Waste management / Gestão de resíduos



Canberrans are recycling about 10 tonnes of computers and televisions each day as part of a free e-waste dumping scheme.


PHOTO: About 10 tonnes of televisions and computers are being handed in each day. (ABC News: Kathleen Dyett)

Between May and the end of November last year, more than 1,900 tonnes of e-waste was dropped off at the Mitchell and Mugga Lane recycling stations.

That is almost double the number of television and computers recycled in the entire 2010-2011 financial year.

ACT Territory and Municipal Services Minister Shane Rattenbury says the free national dumping scheme is proving successful.

“It will provide a long-term solution to e-waste. This is important as these products make up an increasing part of the overall waste stream, contain valuable materials that can be re-used and contain hazardous materials which need to be managed in a safe manner,” he said.

The ACT Government expects to have more sites operating by the middle of the year.

“Having multiple providers in the marketplace will lead to more options for the community on how they dispose of their unwanted televisions and computers,” Mr Rattenbury said.

The scheme does not accommodate other electronic waste such as mobile phones and DVD players. Mobile phones are already covered by the voluntary scheme MobileMuster.

Source: ABC News
Original: http://goo.gl/k1ZzJ


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A coleta e o tratamento adequado dos resíduos ainda é um desafio tão grande para o país quanto o tamanho da pilha de detritos que produzimos

Autor: Vanessa Barbosa
Fonte: Exame
Original: http://goo.gl/vD1h8


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Grand Designs’ model ecohouse to be rebuilt in Brighton city centre using local construction and industrial waste

The UK’s first building to be made onsite entirely out of waste is to be built in Brighton this autumn.

Designed by Brighton-based architect Duncan Baker-Brown, it will be built on the University of Brighton’s campus in the city centre from waste and surplus material from local building sites and other local industries.

The walls will be made of waste timber products. Ply “cassettes” containing waste material will be slotted in between the timber structure. These cassettes will be removable so that new building technologies can be added easily.

The design team will set up a production line near the Grand Parade site so that students, apprentices, local builders and school children can get involved with the making of the structure.

“There is a huge pile of construction waste that’s building up in this country and to ignore is quite frankly sinful,” said Baker-Brown, co-founder of BBM Sustainable Design and a senior lecturer at the arts faculty. “Through this project we are going to show that there is no such thing as waste.”

The building will feature the latest eco technologies such as fully integrated solar panels, whole-house ventilation and a heat recovery system. It will be used throughout its lifespan as a pilot for prototype construction systems, components and technologies.

Once completed, it will contain an exhibition and workshop space for use by local community groups. Upstairs will be the university’s headquarters for sustainable design.

The building is known as The house that Kevin built and is named after Europe’s first prefabricated house made entirely out of waste and organic material, also designed by Baker-Brown. It was built in 2008 in London and was filmed by Channel Four for Grand Designs live with Kevin McCloud as the presenter.

Work on the new building will begin onsite in November and should be completed by May 2013, with McCloud at the opening.

Link to this video

Author: Flemmich Webb
Source: The Guardian
Original: http://goo.gl/FRJVV


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Para resolver os principais problemas do mar, a Estratégia Marinha propõe 14 metas. (Foto: Enric Vives-Rubio)

Estratégia Marinha entrou em consulta pública no último sábado. É a primeira avaliação do estado ambiental do mar feita em Portugal.

O mar português está de boa saúde, mas ainda há muito a fazer, diz um documento de 918 páginas que propõe 14 metas até 2020, faz o levantamento e caracterização do estado ambiental do mar em Portugal, bem como um estudo dos impactos das actividades sócio-económicas – pesca, transporte marítimo ou aquicultura e as actividades portuárias.

Trata-se de um trabalho coordenado pela Direcção-Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos que surge depois da transposição da Directiva-Quadro Estratégia Marinha, em 2010. Assim, os Estados-membros foram chamados a apresentar à Comissão Europeia, até Outubro deste ano, um levantamento e avaliação do estado ambiental do mar e metas. E, com base nos vários relatórios nacionais, Bruxelas concluirá como está o oceano europeu.

O relatório que Portugal irá apresentar classifica com um “Bom Estado Ambiental Atingido” a maioria dos 11 descritores avaliados, incluindo a biodiversidade, a integridade dos fundos marinhos, as populações de peixes e moluscos explorados comercialmente e os contaminantes nos peixes e mariscos para consumo humano. A “vermelho” surgem a sardinha (Sardina pilchardus) – cuja captura pela frota portuguesa é responsável por mais de três mil postos de trabalho directos – e a contaminação costeira junto aos estuários do Tejo e do Sado. De acordo com a Estratégia Marinha, naquela região foram registadas concentrações de contaminantes orgânicos nos sedimentos acima dos valores estabelecidos pelas normas de qualidade.

Na verdade, um dos principais impactos negativos significativos no mar identificados pela Estratégia Marinha é precisamente a contaminação da água, sedimentos e ecossistemas, cuja origem está relacionada com actividades em terra, como a agricultura e o não-tratamento de efluentes que acabam no mar.

Outra actividade com elevados impactos potenciais é a pesca de determinadas espécies. Ainda assim, o documento garante que “a maioria das espécies exploradas comercialmente se encontra num estado actual que indica um Bom Estado Ambiental Atingido, elevado ou moderado”.

Para resolver os principais problemas do mar, a Estratégia Marinha propõe 14 metas. Cinco delas dizem respeito à recuperação dos níveis de biomassa dos stocks de sardinha – com o estabelecimento de limites de pesca -, da pescada, do tamboril branco, do areeiro-de-quatro-manchas e do anequim.

Reduzir lixo

Para que a presença de lixo no mar não afecte o bom estado ambiental dos ecossistemas é preciso que, até 2020, seja reduzida a quantidade de lixo nas praias e no fundo do mar.

Entre as metas para 2020 surgem também a promoção de redes de monitorização sobre o meio marinho, a avaliação da contaminação das espécies e nos sedimentos, especialmente na zona costeira junto aos estuários do Tejo e do Sado, e a preparação de dispositivos para monitorizar o ruído acústico submarino (causado, por exemplo, pela dragagem ou transporte marítimo).

A Estratégia Marinha propõe ainda que se comecem a fazer análises mais específicas e integradas com base naquilo a que chama “Contas Económicas do Mar” para colmatar lacunas de informação. Até 2014 deverá ser feito um estudo-piloto para desenvolver esta metodologia.

Além deste documento entrou também em consulta pública a Estratégia Marinha para a Plataforma Continental, ou seja, para além das 200 milhas.

Autor: Helena Geraldes
Fonte: Ecosfera – Público
Original: http://goo.gl/vUaKR


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Operação faz parte do Programa Lixão Zero da Secretaria de Estado do Ambiente, cuja meta é acabar com todos os lixões a céu aberto no Rio


Todo o lixo produzido pelos moradores de Tanguá era destinado ao lixão interditado pelos agentes federais. (Fotografia: Getty Images)

Rio de Janeiro – Agentes da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca) da Policia Federal (PF), do Exército e de órgãos estaduais ligados ao meio ambiente fecharam hoje (18) um lixão que funcionava no município de Tanguá, região da Baixadas Litorâneas do Rio. A operação faz parte do Programa Lixão Zero da Secretaria de Estado do Ambiente, cuja meta é acabar com todos os lixões a céu aberto no Rio de Janeiro até 2014, transferindo o destino final dos resíduos para aterros sanitários.

Segundo o coordenador da Cicca, coronel José Maurício Padrone, a Secretaria de Estado do Ambiente tem intensificado esse tipo de ação em diferentes regiões do estado com o objetivo de inibir crimes ambientais. Até 2014 serão feitas operações mensais para alcançar a meta estabelecida pelo governo do Estado de eliminar os lixões a céu aberto.

Padrone disse que os municípios precisam adotar medidas emergenciais para que o destino dos resíduos produzidos pelos moradores da região seja direcionado a aterros sanitários autorizados a funcionar e não a lixões.

“O município tem que tomar medidas para construir o seu próprio aterro ou fazer consorcio com outros municípios para fazer um aterro sanitário e, com isso, dar a destinação correta aos resíduos produzidos pelos moradores. O objetivo da Secretaria de Estado do Ambiente é acabar com todos os lixões do estado”, disse.

Todo o lixo produzido pelos moradores de Tanguá era destinado ao lixão interditado pelos agentes federais. Com o seu fechamento, a prefeitura terá que encaminhar os resíduos para o aterro sanitário do município de Itaboraí, na região metropolitana do Rio.

A operação também encontrou irregularidades no armazenamento de explosivos da mineradora Empresa de Mineração Tanguá (Emitang) que, segundo Padrone, estavam estocados dentro de uma mina, o que é proibido pela legislação brasileira.

“Eles têm autorização para usar dinamite, mas [a dinamite] tinha que estar estocada de forma segura. Os explosivos têm que ficar no paiol com segurança, limpo e em local arejado. Aqui armazenavam dentro da mina uma quantidade maior do que eles tinham permissão e [os explosivos] estavam acondicionados de forma irregular”, disse. A empresa foi autuada também por utilizar óleo ascarel em geradores. A substância é altamente tóxica, não degradável e sua utilização está proibida no país.

Durante a ação, um representante da prefeitura de Tanguá foi detido e encaminhado para a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente da Polícia Civil (DPMA) para prestar depoimento. Já Rafael Costa Matta, diretor e um dos sócios da Emitang, o químico e um operador da mina foram encaminhados à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente da Polícia Federal para prestar esclarecimentos.

A empresa terá um prazo de até 15 dias para responder ao auto de infração emitido pelos agentes. Caberá ao conselho diretor do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), definir o valor da multa que será aplicada à empresa Emitang. A multa varia de R$ 5 mil a R$ 1 milhão, de acordo com a expansão e os danos causados ao meio ambiente.

Fonte: Exame / Agência Brasil
Original: http://bit.ly/KBvOp8


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Nesta terça-feira, a Associação Paulista de Supermercados apresenta a campanha pela substituição das sacolas descartáveis por reutilizáveis

Supermercados de SP deixam de distribuir sacos plásticos

São Paulo – A partir de amanhã (4), os supermercados paulistas não vão mais distribuir sacolas plásticas para os consumidores, medida que vigorou por cerca de oito dias no fim de janeiro. À época, após protestos, a Associação Paulista de Supermercados (Apas), o Ministério Público Estadual e o Procon-SP firmaram acordo para que as sacolas plásticas fossem fornecidas por mais 60 dias, tempo considerado necessário para a adaptação dos consumidores.

Hoje (3), a Apas apresenta a campanha pela substituição das sacolas descartáveis por reutilizáveis. Será às 11h, na sede da instituição, na Lapa.

No Rio, a Coordenadoria de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), da Secretaria de Estado do Ambiente, e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) vão vistoriar, a partir das 9h30, o cumprimento da Lei das Sacolas Plásticas (Lei 5.502/09) em diversos supermercados do centro da cidade.

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, autor da Lei das Sacolas Plásticas, vai participar da operação que visa ao consumo consciente e estimula a redução do uso de sacolas descartáveis. Os infratores podem ser multados em até R$ 28 mil. A equipe de fiscalização vai sair da sede da secretaria, na Praça Mauá.

Fonte: Exame / Agência Brasil
Original: http://bit.ly/HpOJ1H


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A Ralphs supermarket in Malibu, where plastic bags are banned, reminds shoppers to bring their reusable bags. The city of Los Angeles is on its way to enacting its own ban. (Allen J. Schaben / Los Angeles Times / May 21, 2010)

The L.A. City Council will consider a committee’s recommendation that paper and plastic bags be banned in phases from supermarket checkout lines.

A Los Angeles City Council committee moved forward Wednesday with a plan to end the use of paper and plastic bags at supermarket checkout lines, saying such a move would spur consumers to switch to more environmentally friendly reusable ones.

The council’s Energy and Environment Committee forwarded its strategy for banning bags at 7,500 stores to the full council, comparing the change to laws requiring seat belts or banning smoking in restaurants.

The vote occurred despite objections from workers at a plastic bag manufacturer who said their company would be devastated if bans are passed throughout the country.

“I will be losing my job, losing my insurance. Please take that into consideration,” said Norma Fierro, an employee of plastic bag manufacturer Crown Poly, whose managers had warned that a city ban could prompt the layoff of between 20 and 130 employees.

Councilman Paul Koretz said he expected that Crown Poly would need to eliminate only a small number of positions. And he compared the company to makers of horse-drawn carriages at the start of the 20th century.

“I’m the last one to allow for layoffs in L.A. city, and I fight them hard,” he said. “But I’ve never stood and said that if a job doesn’t make sense anymore, that we’ve got to keep that job.”

Under the proposal, the council would still need to draft an ordinance and initiate an environmental review of the bag phaseout. Once the ordinance is in effect, city officials would provide six months’ warning to stores — including supermarkets and other retailers that sell food — that plastic bags would no longer be permitted, city officials said.

Once the plastic bag ban is in place, supermarkets would be required to charge 10 cents for each paper bag. Six months later, paper bags would be prohibited as well, said Koretz, who wrote the proposal.

The bag ban has been supported by an array of environmental groups, who say the vast majority of plastic bags are not recycled and are going into the ocean and other locations instead. Councilman Dennis Zine said a bag ban would cause the public to rely on reusable bags.

“People will adjust,” he said. “They’ll adapt … and learn to take it with them.”

Andrea Alarcon, president of the Board of Public Works, had urged the panel to embrace a complete ban, saying paper bags lead to deforestation. Her father, Councilman Richard Alarcon, voted with his colleagues to advance the proposal.

He called the decision difficult, noting that Crown Poly offers a good benefits package to its workers.

“I wish that we could do something to assist them,” he said. “One of the problems … is that none of these companies are based in Los Angeles directly.”

Author: David Zahniser
Source: Los Angeles Times
Original: http://lat.ms/HfOWIa


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