A Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos diz que a Comissão Europeia considera segura a água da torneira em Portugal.


A água abastecida aos portugueses cumpre em 98% as exigências de qualidade (PEDRO CUNHA)

Portugal deixou de ter processos de contencioso na Comissão Europeia devido à qualidade da água da torneira, depois de ter sido arquivado o último caso, de 1999 e 2000, disse o presidente da entidade reguladora do sector.

“A Comissão Europeia arquivou muito recentemente o processo de pré-contencioso que tinha levantado a Portugal relativamente à qualidade da água para consumo humano, um processo que se arrastava há mais de uma dúzia de anos e se baseava em factos ocorridos em 1999 e 2000”, disse à agência Lusa o responsável da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).

Para Jaime Melo Baptista, o arquivamento “quer dizer que a Comissão Europeia considerou que as medidas entretanto implementadas ao longo desta década foram adequadas e resolveram definitivamente os problemas”, eliminando a possibilidade de o país ser condenado pelo Tribunal de Justiça da União Europeia.

Em 1999, a Comissão Europeia constatava que Portugal não estava a tomar as medidas necessárias para corrigir incumprimentos de alguns valores, nomeadamente ao nível microbiológico, da presença de ferro e de manganês.

“É o claro reconhecimento de que a água da torneira em Portugal é segura e atingiu padrões de qualidade ao nível do que há de melhor na Europa graças a um grande esforço, nomeadamente das entidades prestadoras destes serviços”, salientou.

É considerada “água segura” aquela que é monitorizada de acordo com os padrões europeus e obtém resultados que cumprem os limites impostos e, em Portugal, em 1993 era apenas de 50% do total, tendo passado para 77% em 2000.

Actualmente, a água que é abastecida aos portugueses cumpre em 98% as exigências de qualidade, “um enorme avanço que nos dá a garantia de que a água da torneira é efectivamente segura”, realçou Melo Baptista.

“Continuamos a desenvolver acções, juntamente com os operadores, no sentido de atingir ainda alguns objectivos adicionais para os próximos anos, um dos quais passar de 98% para 99%, considerado um valor excelente em qualquer país do mundo”, disse ainda o presidente da ERSAR.

O objectivo de atingir 99% de água segura consta do Plano Estratégico de Abastecimento de Água e de Saneamento de Águas Residuais que entra agora no seu último ano, já que vigora até 2013.

A ERSAR também pretende dar condições para que os operadores utilizem cada vez mais os chamados “planos de segurança de água”, uma nova abordagem preconizada pela Organização Mundial de Saúde, segundo a qual o controlo da água é feito mais numa lógica preventiva, de avaliação dos riscos e evitando situações de degradação, do que correctiva.

Notícia corrigida para rectificar o nome de uma das substâncias encontradas pela Comissão Europeia em 1999: trata-se de manganês e não de manganésio, como estava escrito.

Autor: LUSA
Fonte: Ecosfera – Público
Original: http://goo.gl/jPjNX


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Canberrans are recycling about 10 tonnes of computers and televisions each day as part of a free e-waste dumping scheme.


PHOTO: About 10 tonnes of televisions and computers are being handed in each day. (ABC News: Kathleen Dyett)

Between May and the end of November last year, more than 1,900 tonnes of e-waste was dropped off at the Mitchell and Mugga Lane recycling stations.

That is almost double the number of television and computers recycled in the entire 2010-2011 financial year.

ACT Territory and Municipal Services Minister Shane Rattenbury says the free national dumping scheme is proving successful.

“It will provide a long-term solution to e-waste. This is important as these products make up an increasing part of the overall waste stream, contain valuable materials that can be re-used and contain hazardous materials which need to be managed in a safe manner,” he said.

The ACT Government expects to have more sites operating by the middle of the year.

“Having multiple providers in the marketplace will lead to more options for the community on how they dispose of their unwanted televisions and computers,” Mr Rattenbury said.

The scheme does not accommodate other electronic waste such as mobile phones and DVD players. Mobile phones are already covered by the voluntary scheme MobileMuster.

Source: ABC News
Original: http://goo.gl/k1ZzJ


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Os políticos da UE rejeitaram um banimento do gás de xisto e pediram por um regime regulatório rígido para lidar com preocupações ambientais e outras em uma série de votações na quarta-feira no Parlamento Europeu.

Uma revolução do gás de xisto varreu os Estados Unidos, reduzindo os preços do gás e ajudando a diminuir a poluição do carvão.

A Europa está observando isso com interesse, se não com inveja, já que os Estados Unidos estão caminhando para uma independência energética e estão conseguindo um impulso econômico com o combustível barato.

Mas a perspectiva de desenvolvimento extensivo do gás de xisto na Europa é complicada por causa de regras de propriedade de terra, alta densidade demográfica e preocupações ambientais acerca do processo de fracking, usado para extrair gás natural do xisto.

O fracking, ou fraturamento hidráulico, envolve o bombeamento de água que contém químicos nas formações rochosas de xisto a uma alta pressão, e críticos dizem que o processo arrisca contaminar aquíferos, assim como pode causar tremores de terra.

Embora as votações de quarta-feira tenham rejeitado um pedido de banimento das atividades de fracking, afirmando que os estados membros da União Europeia têm o direito de explorar suas reservas, elas também seguiram uma linha cautelosa.

As votações, em dois relatórios separados, eliminaram sentenças que estimulavam o desenvolvimento rápido do gás de xisto.

As sentenças eliminadas incluíam uma em que o gás de xisto poderia “ter um papel essencial” na transição para a geração de energia de baixo carbono e outra de apoio “a um nível elevado na produção sustentável de gás de xisto”.

A Comissão Europeia deve no próximo ano criar um quadro sobre gerenciamento dos riscos e supressão de deficiências na regulamentação da UE.

“Estudos realizados indicam que há uma série de incertezas ou falhas na atual legislação da UE”, disse o comissário ambiental Janez Potocnik em uma declaração.

“Enfrentar riscos de saúde e ambientais será de suma importância para que a indústria ganhe ampla aceitação do público.”

As votações parlamentares de quarta-feira não foram obrigatórias, mas são um sinal político aos legisladores da Comissão.

Os partidários do gás de xisto parabenizaram os parlamentares, enquanto os ambientalistas e políticos do Partido Verde elogiaram o clima de cautela, mas teriam preferido um banimento.

“Isso implica que os estados membros deveriam pensar duas vezes antes de permitir que qualquer projeto dessa tecnologia controversa vá em frente”, declarou Carl Schlyter, do Partido Verde sueco e membro do Parlamento Europeu.

A Shale Gas Europe, um novo órgão apoiado por firmas de petróleo e gás, incluindo a Chevron, a Statoil e a Royal Dutch Shell, comentou que o parlamento pediu pela exploração do gás de xisto, garantindo que isso seria feito sustentavelmente.

“A Shale Gas Europe apoia totalmente essas metas e continuará o envolvimento com cidadãos e tomadores de decisão, ouvindo e atendendo às preocupações relacionadas ao gás de xisto”, observou a porta-voz Monica Cristina.

Traduzido por Jéssica Lipinski

Autor: Barbara Lewis
Fonte: Reuters
Original: http://goo.gl/RXeb8


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The Conoco Phillips refinery in Rodeo, Calif. (Getty Images)

A free-market auction has established a price for pollution in California: for each metric ton of carbon dioxide emitted, businesses, utilities and industries that bought allowances last week will pay just $10.09.

The results of the first auction, announced on Monday, came as both a relief and a bit of a disappointment, although state officials put the best face of it. In a statement, Mary D. Nichols, chairwoman of the California Air Resources Board, said, the auction was “a success and an important milestone for California as a leader in the global clean-tech market.” She added, “By putting a price on carbon, we can break our unhealthy dependence on fossil fuels.”

Among traders and regulators, there was relief that all of the 23.1 million allowances covering 2013 emissions that were up for auction were sold. The number of bids exceeded the total allowances by about 3 to 1. Polluters do not have to submit the allowances to cover their emissions until November 2014.

“Given the lack of short-term requirements to purchase anything, I would say market participants that we spoke to were surprised that the full volume cleared and that it was three times oversubscribed,” said Lenny Hochschild, the managing director of global carbon markets for the advisory and brokerage firm Evolution Markets.

And Thad Huetteman, the president of Power and Energy Analytic Resources, said: “It closed close to the minimum, but clearly there was demand for the allowances. Since we defeated that expectation — that the market would be undersubscribed — that caused a sigh of relief.”

But some analysts had expected a higher final price — at least between $11 and $12, not a bare nine cents above the $10 floor.

Mr. Hochschild suggested that the outstanding legal challenges to the cap and trade program, one of which was filed by the Chamber of Commerce on the eve of the Nov. 14 auction, made investors skittish about the program’s long-term viability and thus depressed the price.

While proponents of the new market feel that it will become more robust once financial firms actively take part, the overwhelming majority — 97 percent — of the allowances sold in California’s first auction went to what the air regulators refer to as “compliance entities” — the companies that must account for their greenhouse gas emissions.

Most of the nearly $300 million in auction proceeds is likely go back to investor-owned utilities in the state like Southern California Edison and Pacific Gas & Electric Company, to be directed back to their customers. On Friday, the California Public Utilities Commission announced a proposed division of these spoils: 85 percent to households, which would receive a “climate dividend” of $30 on their bills twice a year; 10 percent to small businesses; and 5 percent to help industries whose out-of-state competitors do not have to pay for the pollution they generate.

On the other side of the country, the Regional Greenhouse Gas Initiative, a coalition of Northeastern states that has imposed a cap and trade system on the electric utility sector, has so far had 17 auctions of emissions permits. The administrator for that program recently told Point Carbon that the system has lowered electricity bills overall in the Northeast by $1.3 billion since 2009.

In the first eight RGGI (pronounced reggie) auctions, the subscription of current permits sold out. But that has only happened once more in the ensuing nine auctions held since the fall of 2010. The clearing price for an allowance after the most recent auction was $1.93.


All 23.1 million allowances in California’s first cap and trade auction found buyers. (California Air Resources Board)

Author: Felicity Barringer
Source: The New York Times
Original: http://goo.gl/cx9sk


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Mais de US$ 300 milhões já foram prometidos para o plano do Equador de evitar a extração de petróleo do solo da reserva Yasuní Ishpingo-Tambococha-Tiputini (ITT). A ideia, apresentada em 2007, é arrecadar US$ 3,6 bilhões em 13 anos para que o petróleo não seja retirado do subterrâneo da reserva, o que alteraria seriamente o local, colocando em risco os ecossistemas da região.

Apesar do ceticismo em relação ao projeto, desde que o plano foi lançado formalmente, em 2011, cerca de US$ 300 milhões já foram prometidos por governos, empresas, ONGs e indivíduos da sociedade civil.

A Alemanha, por exemplo, ofereceu US$ 50 milhões ao longo de três anos, enquanto dez regiões da Europa prometeram contribuir com US$ 150-250 milhões, juntamente com instituições como a Coca-Cola, companhias aéreas, bancos e fundações brasileiras, norte-americanas e russas.

Apesar de apenas US$ 64 milhões terem sido depositados, pelo menos US$ 187 milhões vindos da Bélgica, Brasil, Catar, Espanha, França, Indonésia, Líbano e Turquia devem ser destinados ao projeto em breve.

O capital não é dado diretamente para o governo equatoriano, mas colocado em fundos e administrado pelo Programa de Desenvolvimento da ONU. Esse dinheiro deve ser destinado a projetos de energia renovável e ao apoio ao reflorestamento e à conservação, além de projetos sociais na região.

“O que temos na terra de Yasuní é muito mais do que temos no subsolo. Passamos por apenas um ano e já estamos a caminho de salvar a floresta. O que estimulou governos como a Alemanha e a França foi o povo. Na Alemanha mais de 100 mil pessoas assinaram a petição em uma semana”, comentou Ivonne Baki, diretora do comitê de negociação da Yasuní-ITT.

“O Equador não quer depender do petróleo e essa é uma forma de fazer isso. Os países petrolíferos são amaldiçoados. Países emergentes costumam apostar tanto no petróleo que não desenvolvem nada mais. Produzem corrupção e os pobres pagam o preço. O único benefício vai para as elites”, concluiu.

Crédito Imagem: Comitê de negociação da Yasuní-ITT

Autor: Jéssica Lipinski
Fonte: Instituto CarbonoBrasil
Original: http://goo.gl/BmzfO


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(Reuters) – A top Mexican government official said Thursday that the long-awaited but highly controversial approval of genetically modified (GM) corn fields on a commercial scale will drag into next year.

Mariano Ruiz, a deputy agriculture secretary, said in an interview that the regulatory approval process won’t be finalized under the outgoing government of President Felipe Calderon, but instead will fall to his successor to see through sometime next spring.

President-elect Enrique Pena Nieto of the Institutional Revolutionary Party is set to take office on December 1.

Ruiz said he does not expect permits to be approved for four to five months but that the new government led by Pena Nieto is likeminded in its support for the introduction of large-scale GMO corn cultivation in Mexico.

“I think we are in agreement generally over the importance of having this instrument, and that farmers have the tool of genetically modified organisms,” said Ruiz.

“But like they say, the devil is in the details,” he added.

Scientists recognize Mexico as the birthplace of corn, and opponents of GM corn have argued that genetically modified varieties pioneered by companies like Monsanto will contaminate native strains and irrevocably harm the grain’s biodiversity.

Ruiz said the government still had to designate so-called “centers of origin” where GM corn cultivation will be banned as well as set other safety regulations.

Mexico, Latin America’s second-biggest economy, plants 7.2 million hectares (17.8 million acres) of corn annually to grow mostly white corn which is used for human consumption, including the country’s staple tortillas.

Domestic corn production this year will total nearly 22 million tonnes, according to agriculture ministry data.

But the country relies on imports of yellow corn for animal feed, including about 9 million tonnes in 2012.

Backers of GM corn say it produces yields between 10 and 15 percent larger than conventional strains, which could boost production and curb Mexico’s dependence on imports.

The delay will leave five applications for commercial-scale GM corn fields totaling about 2.5 million hectares in limbo.

Agribusiness giant Monsanto has submitted two applications, both of which seek 700,000 hectares for GM corn in Mexico’s western Sinaloa state, the country’s largest corn producer.

The Mexican subsidiary of Pioneer Hi-Bred International, part of DuPont, has three applications each of which would cover about 350,000 hectares in northeastern Tamaulipas state.

Meanwhile, Dow Agrosciences de Mexico, part of Dow Chemical, has one application for 40,000 hectares also in Tamaulipas state.

(Editing by Ed Davies)

Author: David Alire Garcia and Adriana Barrera
Source: Reuters
Original: http://goo.gl/0CrGL


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