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The Ross Sea in Antarctica is one of the areas in the Southern Ocean where the Commission for the Conservation of Antarctic Marine Living Resources (CCAMLR) was trying to establish a protected area. The area is rich with marine life. (John B. Weller)

Proposals to establish marine reserves in two critical areas of the Southern Ocean were stymied by Russia, China and Ukraine at the end of a two-week international summit in Australia on Thursday. Commercial fishing restrictions in the proposed sanctuaries proved to be the main sticking point.

A meeting of the Commission for the Conservation of Antarctic Marine Living Resources (CCAMLR) in Hobart, Australia ended in deadlock on Thursday when member nations failed to reach agreement on new protected areas across Antarctica, home to the world’s most intact marine ecosystem.

The two-week CCAMLR talks, attended by representatives from 24 nations and the European Union, were geared at establishing giant marine sanctuaries in two critical areas of the Southern Ocean.
One of the most pristine ocean regions in the world, its waters are home to penguins, seals, whales and seabirds, whose food sources are increasingly under threat from climate change and overfishing. At stake are the region’s stocks of krill, a valuable crustacean which is the keystone species of the Antarctic ecosystem. The growing global demand for animal feed and fish bait is causing a rapid decline in its numbers.

“Antarctica is home to unique ecosystems,” said German Agricultural Minister Ilse Aigner ahead of the talks, pledging that Germany would “actively support protection of its oceans.”

A US-New Zealand plan foresaw a 1.6 million square kilometer protected area in the Ross Sea, while nations led by the EU and Australia had proposed a series of reserves encompassing 1.9 million square kilometers — an area bigger than Alaska.

Commercial Versus Conservation Interests

But these efforts were thwarted by resistance from China, Russia and Ukraine, which raised objections to fishing restrictions in the proposed reserve on the grounds they would have too much impact on their annual hauls.

“(Establishing marine reserves) is a complex process involving a large amount of scientific research as well as international diplomacy,” said CCAMLR in a statement. “It was decided … that further consideration of the proposals is needed.” Amid the lack of consensus, the decision on the ocean sanctuary was postponed until a special session to be held in Germany in July 2013.

Environmentalists expressed their concern at the outcome of the CCAMLR talks. “We’re deeply disappointed,” Steve Campbell of the Antarctic Ocean Alliance told Reuters. “Members failed to establish any large-scale Antarctic marine protection because a number of countries actively blocked conservation efforts.”
“CCAMLR has behaved like a fisheries organization instead of an organization dedicated to conservation of Antarctic waters,” railed Farah Obaidullah of Greenpeace.

Gerry Leape from the Pew Environment Group agreed, telling AFP that “In 2011, participating countries agreed to work together to protect and conserve the unique marine life that thrives in the ocean surrounding Antarctica. Instead, they are heading home and leaving the door wide open to unchecked commercial fishing in these areas.”

jp — with wire reports

Source: Spiegel International
Original: http://goo.gl/Ddomr


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O primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto termina no final deste ano


Símbolo químico do dióxido de carbono: Protocolo de Kyoto estabelece metas obrigatórias para 37 países industrializados e a Comunidade Europeia. (AFP/Arquivo / Theo Heimann)

Brasília – Reuters – Brasil, África do Sul, Índia e China defenderam nesta sexta-feira a adoção em novembro, em Doha, de um segundo período de compromissos do Protocolo de Kyoto, tratado mundial que obriga países desenvolvidos a cortar emissões de gases de efeito estufa.

Em comunicado conjunto divulgado após reunião para discutir o estágio das negociações climáticas, em Brasília, os países, que formam o grupo Basic, reforçaram que a definição de uma segunda etapa de Kyoto é um “ponto-chave” para a reunião ministerial na capital do Catar, a COP 18, além de defenderem um novo pacto global sobre clima a ser implantando a partir de 2020.

“Aquilo que será Catar, certamente tem uma questão estratégica, que é o segundo período do Protocolo de Kyoto”, disse a jornalistas a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, após a reunião. Para ela, essa definição seria “o maior legado de Doha”.

O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, também assinalou “a centralidade da decisão de se iniciar um segundo período do Protocolo de Kyoto em 1o de janeiro de 2013” como o ponto principal da reunião desta sexta-feira e do comunicado.

O primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto, que estabelece metas obrigatórias para 37 países industrializados e a Comunidade Europeia para reduzir as emissões em 5 por cento ante os níveis de 1990 no período de 2008-2012, termina no final deste ano.

Também participaram do encontro nesta sexta-feira, em Brasília, a ministra de Água e Assuntos Ambientais da República da África do Sul, Edna Molewa, o vice-ministro da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da República Popular da China, Xie Zenhua, e o embaixador da República da Índia no Brasil, Bellur Shamarao Prakash.

Argentina, Argélia (presidente do Grupo dos 77 e China), Barbados e Catar também foram representados como partes convidadas.

Autor: REUTERS
Fonte: Exame
Original: http://goo.gl/kUjDS


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A pedido de diversas companhias fotovoltaicas europeias, lideradas pela gigante alemã SolarWorld, a Comissão Europeia (CE) deu início nesta quinta-feira (6) às investigações que vão analisar se empresas solares chinesas são realmente favorecidas por subsídios considerados ilegais pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

De acordo com a aliança das companhias europeias, EU ProSun, os preços dos painéis fotovoltaicos caíram 75% entre 2008 e 2011 graças à pressão dos produtos chineses, que estariam sendo vendidos abaixo do valor de mercado – prática conhecida como dumping.

O presidente da EU ProSun, Milan Nitzschke, declarou à agência Reuters que se nada for feito o setor se transformará em um monopólio chinês. Atualmente, os painéis chineses ocupam 60% do mercado europeu.

O Ministério de Comércio da China afirmou que vê a investigação com “muito pesar” e que qualquer restrição aos seus produtos colocará em risco a expansão de uma economia de baixo carbono.

“Restringir os painéis solares chineses não vai apenas ferir os interesses da China ou da Europa, mas atrapalhará o desenvolvimento do setor global de energias limpas”, disse Shen Danyang, porta-voz do Ministério de Comércio.

O começo da investigação europeia é apenas o mais novo capítulo de uma briga que começou em maio, quando o Departamento do Comércio dos Estados Unidos (DOC) impôs taxas sobre produtos solares chineses devido às políticas de subsídios da China. Em alguns casos, os tributos chegam a 250%.

As companhias europeias cobraram por medidas semelhantes da União Europeia, que podem vir a ser tomadas se a CE comprovar a prática de dumping.

Autor: Fabiano Ávila
Fonte: Instituto CarbonoBrasil
Original: http://goo.gl/wrRCF


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Average Chinese person’s carbon footprint now equals European’s. The per capita emissions of the world’s largest national emitter is almost on a par with the European average, new figures show.


China became the largest national emitter of CO2 in 2006, though its emissions per person have always been lower than those in developed countries such as Europe. Photograph: Carlos Barria/Reuters

The average Chinese person’s carbon footprint is now almost on a par with the average European’s, figures released on Wednesday reveal.

China became the largest national emitter of CO2 in 2006, though its emissions per person have always been lower than those in developed countries such as Europe.

But today’s report, which only covers emissions from energy, by the PBL Netherlands Environmental Assessment Agency and the European commission’s Joint Research Centre (JRC) show that per capita emissions in China increased by 9% in 2011 to reach 7.2 tonnes per person, only a fraction lower than the EU average of 7.5 tonnes.

The figure for the US is still much higher – at 17.3 tonnes – though total Chinese CO2 emissions are now around 80% higher than those of America. This widening gap reflects a 9% increase in total emissions in China in 2011, driven mainly by rising coal use, compared with a 2% decline in the US.

Total emissions in Europe and Japan also fell last year, by 3% and 2% respectively. But emissions rose across much of the developing world, including India, which saw a 6% increase. As a result, OECD nations now account for only around a third of the global total.

The figures published on Wednesday – like most official data on carbon emissions – are based on where fossil fuels are burned. A recent UK select committee report argued that it was also important to consider the import and export of goods when considering national responsibility for climate change. This would affect today’s data, because previous studies have suggested that almost a fifth of Chinese emissions are caused by the production of goods for export.

In addition, the new county data exclude international travel, which accounts for 3% of the global total and is likely to be heavily weighted towards richer countries. Non-CO2 greenhouse gases such as methane and nitrous oxide are also excluded.

For these reasons, the total carbon footprint of the average European most likely remains substantially higher than that of the average Chinese person. In addition, Europe, the US and other developed countries have contributed a disproportionate share of the historical emissions that have caused the warming to date and will remain in the atmosphere for decades or centuries to come.

But a recent study showed that even when imports and international travel are taken into account, the developed world now accounts for less than half of current global emissions. Moreover, China’s emissions may be even higher than reported today according to another study showing that the country’s official energy statistics were as much as 20% lower than they should be.

Owing to factors such as these, precise national emissions figures will remain the subject of debate. Globally, however, the picture is clear. Total emissions from fossil fuels and cement increased by 3%, leaving global emissions at a record 34bn tonnes of CO2. That is less than the rise in 2010, when emissions shot up by 5% as the world economy bounced back from recession, but higher than the average annual increase for the past decade, which stands at 2.7%. This suggests that efforts to curb global emissions have so far failed to make any impact.

The continued steep rise in global carbon emissions will make it even more difficult for the world’s nations to fulfil their stated aim of limiting temperature rise to 2C, considered a danger threshold after which the risks of irreversible climate change increase.

According to the report, if global emissions continue on their current trend, the world will commit itself to 2C of warming within two decades.

Author: Duncan Clark
Source: The Guardian
Original: http://goo.gl/LBDrF


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A UICN diz que um terço das espécies pelágicas de tubarões do planeta está ameaçada de extinção. (Foto: Mustafa Ozer/AFP)

A China decidiu que será proibido servir sopa de barbatanas de tubarão nos banquetes oficiais de Estado, dentro de um a três anos, para ajudar a travar o declínio daquelas espécies marinhas.

A decisão foi tomada pelo Conselho de Estado em resposta a uma proposta apresentada por um grupo de 30 delegados do Congresso Nacional.

“Este é um passo em frente muito positivo”, disse o director de conservação da WWF em Hong Kong, Andy Cornish, ao jornal New York Times. “É a primeira vez que o Governo central chinês expressou uma decisão para acabar, de forma gradual, as barbatanas de tubarão dos banquetes financiados com o dinheiro dos contribuintes”, acrescentou.

Para Andy Cornish, esta decisão vai enviar uma mensagem muito clara aos consumidores chineses, o maior mercado mundial para as barbatanas de tubarão.

A organização WildAid, que promoveu uma campanha de sensibilização da sociedade chinesa “Say No to Shark Fin Soup” (“Diz não à sopa de barbatanas de tubarão”), considera que “com este compromisso público, a China emerge como um líder na conservação dos tubarões”, disse Peter Knights, o seu director-executivo. “Existe agora o potencial para estabilizar as populações de tubarões e manter a saúde dos nossos oceanos.”

Já em Novembro de 2011, a cadeia de hotéis asiática Peninsula Hotels anunciou que iria deixar de servir esta sopa nos restaurantes dos seus estabelecimentos. Meses depois, em Janeiro deste ano, foi a vez da cadeia Shangri-La Hotels and Resorts.

A WildAid – organização que se dedica a travar o consumo e procura de produtos derivados de espécies selvagens – estima que todos os anos até 73 milhões de tubarões sejam usados para fazer as sopas de barbatanas de tubarão e outros produtos alimentares. De acordo com a União Mundial de Conservação da Natureza (UICN), um terço das espécies pelágicas de tubarões do planeta está ameaçada de extinção, com algumas espécies a registar declínios até 90%.

Autor: Helena Geraldes
Fonte: Ecosfera / Público
Original: http://goo.gl/4W1ML


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Uma autoridade do governo chinês demandou nesta terça-feira (5) que as embaixadas estrangeiras no país parem de divulgar informações sobre a poluição do ar, afirmando que tais ações são contrárias a leis e convenções diplomáticas. O recado é especialmente direcionado para a embaixada norte-americana.

O nível da poluição do ar na capital chinesa varia, dependendo das condições de vento, por exemplo, mas todos os dias um coquetel de emissões de fuligem, gases, poeira e aerossóis cobre a cidade como um lençol bege.

Muitos residentes não acreditam nas leituras oficiais, que classificam muitas vezes a poluição como “branda”.

A embaixada dos Estados Unidos em Pequim instalou um ponto de monitoramento em seu telhado que divulga a cada hora a qualidade do ar através do Twitter. Os consulados norte-americanos em Xangai e Guangzhou oferecem o mesmo serviço.

Apesar da China ter anunciado que melhorou os padrões de monitoramento da qualidade do ar em janeiro, os dados oficiais muitas vezes são distantes dos publicados pela embaixada dos EUA.

Especialistas chineses criticam o método de monitoramento da embaixada, que só tem um ponto de coleta de amostras, como não sendo científico.

O ministro interino de Meio Ambiente, Wu Xiaoqing, foi além, afirmando que as medições estrangeiras são ilegais e devem parar. Porém, ele não citou abertamente os Estados Unidos.

“De acordo com a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas (…) diplomatas estrangeiros devem respeitar e seguir as leis locais e não podem interferir em assuntos internos”, declarou Wu em uma coletiva de imprensa.

“O monitoramento e a divulgação das informações sobre a qualidade do ar na China envolvem o interesse público e é de responsabilidade do governo. Consulados estrangeiros na China estão assumindo essa função, o que não apenas vai contra a Convenção de Viena (…) como viola regras de proteção ambiental relevantes.”

O porta-voz do ministério de Relações Exteriores, Liu Weimin, pediu para que as missões diplomáticas respeitem as leis chinesas e parem de divulgar as leituras “especialmente na Internet”.

“Se as embaixadas estrangeiras querem coletar esse tipo de informação para a sua própria equipe e diplomatas, não há problemas. O que não podem é divulgar esses dados para o mundo”, disse Liu.

A embaixada norte-americana reconheceu em seu site que o equipamento que possui não pode monitorar o ar de toda a Pequim e, assim, não pode ser considerado uma leitura da qualidade do ar para a cidade inteira.

Apesar das críticas, Wu reconheceu que a qualidade do ar e a situação ambiental na China ainda é bastante precária, com mais de 10% dos rios monitorados sendo considerados altamente poluídos, por exemplo.

“O que precisa ser salva é a qualidade do ar, não a cara do governo. As autoridades ambientais devem parar de criticar e começar a agir para lidar com esse problema”, afirmou Zhou Rong, ativista do Greenpeace.

Traduzido por Fabiano Ávila

Autor: Ben Blanchard
Fonte: Instituto Carbono Brasil / Reuters
Original: http://goo.gl/qH4NW


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Documento da WWF aponta que gigante asiático ultrapassou União Europeia e agora é o maior mercado de tecnologia verde do mundo, tendo alcançado vendas no patamar de €57 bilhões no ano passado

Um novo relatório publicado nesta terça-feira (5) pela ONG WWF revelou que a China é a nova líder mundial no setor industrial de tecnologia e energia limpa em termos absolutos, passando a União Europeia nesta marca.

O documento, intitulado ‘Economia Limpa, Planeta Vivo’, classificou 40 países a partir do valor de vendas dos produtos de tecnologia de energia limpa que eles produziram. O relatório indicou que a indústria de tecnologias verdes cresceu 10% em 2011, chegando a quase €200 bilhões. Neste ritmo, a organização prevê que até 2015 esse mercado atinja entre €240 bilhões e €290 bilhões, ultrapassando o setor de equipamentos de petróleo e gás.

A nova líder do mercado teve um crescimento no último ano de €13 bilhões, chegando a €57 bilhões. A China alcançou o segundo lugar como centro de produção com mais rápido crescimento, com 29%, tendo ficado atrás apenas de Taiwan, que cresceu 36% em 2011. Em terceiro lugar figurou a Índia, com um crescimento de 19%, em quarto a Coreia do Sul, também com 19%, e em quinto os Estados Unidos, com 17%.

“A vontade política é o que separa os vencedores dos perdedores em uma economia limpa do futuro, e é isso que os rankings mostram. O governos deles investiu, e agora os vencedores estão ganhando as vendas, os empregos e a tecnologia”, comentou Samantha Smith, líder global de políticas climáticas e energéticas do WWF.

“Todos os países que estão ganhando os mercados globais perceberam que a tecnologia limpa é uma parte importante de suas políticas energética, econômica e industrial. Esses países estão apoiando a indústria da tecnologia energética limpa, e têm políticas estáveis de longo prazo que geram investimentos verdes. Eles incentivam as áreas certas, e agora estão colhendo os frutos”, acrescentou Smith.

Já a UE, que até recentemente liderava o setor, teve queda nas vendas da indústria de tecnologia limpa na maioria de seus países, como resultado da recessão econômica que atingiu o bloco, o que aumentou o risco de investimentos e reduziu-os. As vendas do setor verde caíram 5% na Europa.

Individualmente, as quedas foram de, por exemplo, 9% na Espanha, 14% nos Países Baixos e 30% na França. Apenas a Alemanha e a Dinamarca tiveram bons resultados, alcançando respectivamente o terceiro e o primeiro lugares em se tratando de vendas por porcentagem de produto interno bruto (PIB).

“Se a Europa quer voltar à disputa, precisa de novas e ambiciosas metas para estimular a produção de sua tecnologia limpa para novos níveis de desempenho, e para se manter competitiva na economia do século XXI”, sugeriu Jason Anderson, diretor de políticas climáticas e energéticas do Escritório Europeu do WWF.

Mesmo o valor das vendas tendo crescido 10%, o volume aumentou ainda mais, o que indica que a energia verde está ficando rapidamente mais barata. Nesse sentido, a Europa mais uma vez teve uma má notícia: apesar dos fabricantes europeus terem vendido mais, eles ganharam menos.

“A queda de preço é uma boa notícia para os consumidores, mas para continuar gerando receita os fabricantes da UE têm que acompanhar a competição. A política pode ajudar, criando condições estáveis para investimento e inovação”, observou Anderson.

Brasil

O Brasil apresentou relativamente bons resultados na classificação, mantendo seu crescimento de 3% no setor de tecnologias limpas, com as vendas atingindo €7,5 bilhões em 2011. Com isso, o país ficou em quarto lugar no ranking absoluto.

De acordo com o documento, a maior parte das vendas de tecnologia verde no Brasil ficou por conta do bioetanol e do biodiesel, embora o volume de produção do bioetanol tenha diminuído 26% devido a uma má colheita no último ano, fator que foi compensado com um aumento nos preços, tendo as vendas totais caído apenas 5%. Já a produção de biodiesel no país teve um aumento de 52%.

O documento também salienta a produção de turbinas eólicas no Brasil, embora reconheça que ela ainda é volátil, tendo mostrado uma redução de 21% em 2011 devido a questões financeiras dos fabricantes.

“O relatório mostra que a produção de tecnologia limpa é uma grande oportunidade de negócio e um elemento essencial para trilhar o caminho do desenvolvimento sustentável”, concluiu Anderson.

Autor: Jéssica Lipinski
Fonte: Instituto CarbonoBrasil
Original: http://goo.gl/i0z9H


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