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Tag Archives: Electric vehicle




Reprodução/You Tube

São Paulo – Você pode nunca ter pensado em dirigir um carro-inseto, mas a montadora japonesa Toyota resolveu, mesmo assim, criar um quatro-rodas que se aproxime ao máximo disso: o carro verde Smart Insect. Com portas que abrem para o alto, tamanho compacto pensado só para um ocupante e os faróis redondinhos, que lembram um olho, o visual desse carango remete rapidamente a um bichinho. Para fazer jus à vocação ecológica, o modelo é totalmente movido a eletricidade, tendo zero emissão de poluentes. Não para aí.

O carro elétrico é quase um inseto de estimação: ele possui sensores de movimento, reconhecimento de voz e sistemas de previsão de movimento do dono. Detalhe: a partida é dada automaticamente depois que o rosto do dono é reconhecido. Inclusive, o termo “Insect” justifica-se por algo que vai além da sua forma , significando “information network social electric city transporter”, algo como “transporte elétrico para a cidade ligado a uma rede de informação”. O protótipo foi apresentado no começo do mês na feira de tecnologia Ceatec Japan 2012. Veja um vídeo do YouTube com mais imagens do modelo clicando na foto ao lado (o processo de reconhecimento é mostrado a partir dos 45 segundos).

Autor: Vanessa Barbosa
Fonte: Exame
Original: http://goo.gl/x15tD


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O modelo foi criado para a montadora francesa Renault e segue a linha dos modelos compactos, que têm ganhado força nas grandes cidades mundiais


Carro elétrico da Renault: Carro teria a capacidade de gerar energia a partir do Sol e do reaproveitamento da energia cinética das frenagens

O designer japonês Charlie Nghiem projetou o carro elétrico Renault Circular Economy 4L. O veículo conseguirá produzir mais energia do que consome.

O modelo foi criado para a montadora francesa Renault. Ele segue a linha dos modelos compactos, que têm ganhado força nas grandes cidades mundiais.

Segundo o projeto de Charlie Nghiem, o carro produz a energia necessária para o seu consumo e ainda consegue armazenar o excedente para o compartilhamento em rede. Assim, ele pode contribuir para a geração da energia elétrica consumida por uma comunidade.

Para isso, o carro teria a capacidade de gerar energia a partir do Sol e do reaproveitamento da energia cinética das frenagens. Ele também usa sensores que transformam o calor em energia.

Com isso, o carro consegue produzir muito mais do que o necessário para o seu consumo. Dessa forma, ele também se torna um fornecedor de eletricidade, que pode ser canalizada por uma comunidade de moradores da vizinhança, por exemplo.

O carro também deve ser equipado com duas baterias. Uma delas mantém o carro em funcionamento. A segunda armazena o excedente para que a energia seja compartilhada em uma rede comunitária.

O sistema de produção continua em funcionamento até quando o carro está parado. Portanto, ele nunca é um elemento passivo de consumo. Sempre gera e troca energia com a rede.

Autor: Vanessa Daraya (info)
Fonte: Exame
Original: http://goo.gl/YPtRd


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Uma equipa de investigadores do Instituto de Sistemas e Robótica (ISR) da Universidade de Coimbra (UC) desenvolveu, de raiz, a primeira scooter elétrica portuguesa, 100 por cento verde, com zero de emissões locais de CO2.

Com autonomia, em ciclo urbano, entre os 100 e os 140 quilómetros, o que distingue este novo veículo dos que já existem no mercado é o conjunto de tecnologia de ponta usada em todo o protótipo.

Fonte: Diário as Beiras
Original: http://goo.gl/XYriV


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Preço e autonomia reduzida são os principais travões à compra

Mais de 40% dos consumidores portugueses considera que uma das desvantagens dos automóveis elétricos é o preço. Já 39% aponta a autonomia reduzida como um problema. Estas são algumas das conclusões da sexta edição do caderno automóvel do Observador Cetelem, que analisa a relação dos cidadãos com estes veículos.

Portugal acompanha, assim, a tendência europeia que aponta o fator custo como a razão principal do desinteresse. 41% do total dos inquiridos, na Europa, referem este fator. Para além de «caro», o veículo elétrico conta com «autonomia insuficiente» para 37% dos cidadãos europeus. Países como Alemanha, Espanha, França, Rússia ou Turquia consideram mesmo a autonomia o principal problema, mais do que o custo do veículo.

Mas há mais: 16% dos inquiridos do Velho Continente mostram falta de confiança nos elétricos. Os países com índices de confiança mais baixos são a Rússia (25%), Polónia (24%) e Turquia (23%). Em Portugal, apenas 18% partilha essa opinião.

«Não ter como recarregar a bateria», «demorar muito a recarregar», «ser menos potente» do que um veículo térmico ou «ser perigoso» são outras razões apontadas pelos europeus como pontos fracos.

Já como vantagens, destacam o facto de serem carros «ecológicos» (78%) e económicos (64%).

O estudo tem em conta a opinião de cidadãos de dez países. Pela primeira vez, a Rússia e a Turquia integraram a análise, juntando-se à Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Itália, Polónia, Portugal e Reino Unido.

As análises económicas e de marketing, bem como as previsões, foram efetuadas em colaboração com a sociedade de estudos e consultoria BIPE.

Os inquéritos no terreno foram conduzidos pela TNS Sofres, em setembro de 2011. Na totalidade foram inquiridos 6 mil europeus, representativos da população total.

Autor: CPS
Fonte: Agência Financeira
Original: http://goo.gl/vwV20


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Carro elétrico que roda 80 km em um dia foi aprovado em testes. Veículo específico para calçadões carrega até 300 kg.


Carro elétrico testado pelos Correios (Foto: Tadeu Meniconi/G1)

Os Correios exibiram na Arena Socioambiental, um evento paralelo à Rio+20 que ocorre no Museu de Arte Moderna, no Centro do Rio, um novo carro elétrico, elaborado em parceria com a Companhia Paulista de Força e Luz, que foi testado e aprovado ao longo de um ano de uso nas ruas de Campinas (SP).

O carro consegue rodar 80 km ao longo de oito horas – que é a carga horária normalmente necessária para as entregas de um dia. Para retomar a carga total, ele precisa ser ligado à tomada por mais oito horas.


Veículo utilizado por carteiros nos calçadões de Porto Alegre e Curitiba (Foto: Tadeu Meniconi/G1)

Apesar de mais carro que um veículo comum – custa cerca de R$ 80 mil –, esse carro é, financeiramente, 60% mais econômico do que o movido à gasolina. Além disso, faz menos barulho e, principalmente, emite menos gases estufa, já que a geração de eletricidade do Brasil é feita majoritariamente por hidrelétricas.

Os Correios também apresentaram um veículo de calçadões, que já é utilizado em áreas exclusivas de pedestres nos centros de Porto Alegre e Curitiba. Esse veículo é puxado pelos carteiros, mas também é motorizado, para facilitar o serviço. Ele funciona à base de baterias recarregáveis e carrega até 300 kg de encomendas.

Fonte: Globo Natureza
Original: http://glo.bo/MT4Oh7


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Chevrin e o veículo pouco antes da partida, em Nairobi. (Foto: Pnua/AFP)

Um veículo eléctrico partiu nesta sexta-feira numa viagem de 4800 quilómetros, de Nairobi a Joanesburgo, para testar a sua resistência e para promover as energias limpas.

A carrinha Citroën Berlingo, com motor eléctrico, partiu nesta sexta-feira de Nairobi e deverá passar pelo Quénia, Tanzânia, Zâmbia, Zimbabwe, Botswana e África do Sul, para chegar a Joanesburgo no final de Junho. “Queremos acabar com os lugares comuns sobre os veículos eléctricos”, disse o responsável pelo projecto, o francês Xavier Chevrin, em Nairobi, na sede do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (Pnua), na quinta-feira.

Peter Gilruth, do Pnua, levantou a bandeira para assinalar a partida do veículo, que arrancou sem barulho, por causa do motor eléctrico.

O veículo está equipado com três baterias – e não apenas uma, como é mais comum -, o que lhe permitirá fazer até 500 quilómetros sem parar para abastecer, chegando a uma velocidade máxima de 110km/hora. As baterias serão carregadas em estações de abastecimento ao longo do percurso.

“A ideia é expor o veículo a condições extremas para provar a sua solidez, a sua robustez e resistência”, disse o Pnua, em comunicado. Uma das maiores dificuldades é a recorrente falta de energia na África rural. Como a carrinha não tem gerador de último recurso, se ficar sem bateria, Chevrin ficará apeado.

A Missão África, no âmbito do Ano Internacional da ONU para a Energia Sustentável para Todos, quer demonstrar que o carro eléctrico é suficientemente resistente para fazer trajectos fora das cidades, acrescentou Chevrin, que, em 2010, fez a mais longa viagem de sempre num veículo eléctrico, viajando de Xangai a Paris (13.400 quilómetros).

Segundo os dados do Pnua, o sistema de transportes baseado nos combustíveis fósseis é responsável por um quarto de todas as emissões de gases com efeito de estufa do planeta.

Autor: Helena Geraldes
Fonte: Ecosfera – Público
Original: http://bit.ly/JjKf1G


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As cities become more crowded and traffic more snarled, commuters and engineers are searching for better ways to get around the world’s urban hubs. E-scooters, once considered an unpromising technology, are making a comeback as major car manufacturers rediscover their utility and sudden popularity.


Smart E-Scooter: This prototype was presented at the 2010 Auto Show in Paris. Now Smart has announced it will build the vehicle as part of its regular production and start selling it in 2014. (Photography: Daimler)

The bigger the city, the smaller a vehicle must be to get around. Whoever has been to Paris, Rome or Beijing knows this has been the case for a long time. This will become a universal principle in the future, as urbanization is on the rise along with people’s need for mobility. Smaller ways to get around are in demand: bicycles, scooters and small cars. And the best option is with an electric motor because it is comfortable, cheap, well-engineered and, of course, eco-friendly.

At the car show in Paris two years ago, it appeared that the car industry understood this. There, brand names like Mini, Peugeot and Smart introduced their e-scooters. At the trade fair in Shanghai, VW followed with its version of an electric scooter. Indeed, a single row of wheels heading toward the electric future seemed to be the big trend.

But it turned out that this narrow-laned mobility revolution was really a PR gag.


Cool cockpit: Smart’s scooter prototype included an iPhone dock that allows the smartphone to serve as a navigator. (Photography: Daimler)

At Mini, the E-Roller, which was once a project, is now described as having a “research character,” according to a company spokesperson. And, at VW headquarters in Wolfsburg, a question about its e-scooter was greeted with mild annoyance and the response that the company is a carmaker and wants things to stay that way.

The only question is whether the ultra-orthodox position is smart.

Coming to the Market in 2014


Trendy exterior: The scooter’s design, as laid out in the prototype, is fresh and lean. Smart said it will work on the exterior design a bit more before the scooter’s launch. (Photography: Daimler)

Those in charge of Daimler’s small car brand Smart think otherwise. At the international dealers’ meeting on Thursday in Davos, Switzerland, Joachim Schmidt, the head of Mercedes’ Sales and Marketing Department, said, “The decision for the e-scooter has been made.” The spiffy scooter with an electric motor that was presented in Paris in 2010 should be developed for serial production and brought to market in 2014, he added.

This will fill the gap for Daimler between its E-Bike, which has been available since the end of April at a cost of just under €2,900 ($3,200), and the city car E-Smart, which will be made available beginning in June at a cost of €19,000. That price includes a 10-year guaranty for the lithium-ion battery, which Smart retains the ownership rights to but can be leased for €60 a month. Whoever really wants to own the battery can buy the two-seater E-Smart with the battery package for about €24,000.


Smart e-bike: This model is a so-called pedelec, which means the electric motor in the rear hub doesn’t engage until a cyclist pedals the bike. (Photography: Daimler)

The Right Size for the Place

Whatever model you choose, what is decisive is that Smart is placing electric mobility right where it is most sensible: in small, short-distance vehicles to be used in heavily populated areas. In doing so, Smart is following a principle laid down by Greenpeace transportation expert Wolfgang Lohbeck, who has argued for some time that “electric cars as an extension of conventional vehicles with other means don’t solve a single problem. They are too expensive, don’t do anything to relieve traffic and are only of marginal use to improve the CO2 situation.”

The idea of plopping electric motors and batteries in classic luxury sedans, compact cars or SUVs appears to be headed toward a dead end. Big cars need big batteries in order to provide them with sufficient range. In a vicious circle, this makes the cars not only heavier, but also more expensive.


Always in the picture: The lithium-ion battery level can be seen on this small display. It can also be adjusted so that the electric motor kicks in at a certain level. (Photography: Daimler)

Customers have reacted accordingly. In China, which committed itself to e-mobility a few years ago through state regulations, there are now only a few thousand electric cars on the streets — but more than 120 million e-scooters, according to some expert estimates.

The French automaker Renault has recognized how useful an electric motor can be for an urban mobility concept. The company builds electric cars in a classic style but also cars with names like Twizy. The 500-kilo car has four wheels, two seats — one behind the other — a simple body and an electric motor.


Smart ED: In the coming weeks, the third generation of the Smart Fortwo with an electric motor will be offered. It’s the first version that is readily availalbe at dealers. The electric Smart comes with a 74-horsepower engine and a driving range of “more than 140 kilometers” (87 miles). (Photography: Daimler)

Practical and Hip

Whoever finds such a vehicle sufficient for everyday travel is unconcerned with the driving range. Nobody would come up with the idea of taking a 300 kilometer trip with such a car — or even with an electric bicycle or scooter. Models like the E-Smart, Renault’s Twizy and, of course, the various e-scooters reach a 150 kilometer radius with small, light and accordingly cheaper batteries.


Renault Twizy: This two-seater with an electric motor relies on its small size. It is short, thin, extremely practical and predestined for urban use.

Some of the current e-scooters even have batteries that are so handy that they can be taken into the house or office via a built-in handle and plugged into a power outlet.
This new form of electric mobility is not only practical; it’s also hip. Schwalbe, the cult scooter from the former German Democratic Republic, is expected to make a comeback at the end of this year as an electric scooter.

If this continues, maybe some of the car manufacturers will dig their old e-scooter plans out from their desk drawers.


Mini scooter e-concept: This is how the electric scooter from BMW’s Mini brand looked when it was presented at the 2010 car show in Paris. Today, this project has only a “research character,” according to the Munich-based company.

Author: Jürgen Pander
Source: Spiegel Online International
Original: http://bit.ly/K2NYu1


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