Archive

Monthly Archives: December 2011



(We return in January / Voltaremos em Janeiro)


FOLLOW US / SIGA-NOS:
              




O estudo inclui cenários climáticos futuros. (Fotografia: Enric Vives-Rubio)

Investigadores portugueses estão a elaborar cartas de inundações e risco, atendendo às consequências das alterações climáticas. A costa desde Viana do Castelo a Peniche e parte do Algarve estão entre as regiões mais problemáticas.

“O risco de inundação e de erosão na costa e sobretudo em alguns troços, está a aumentar, em parte devido às alterações climáticas, mas também à subida do nível médio do mar, e a criar situações muito difíceis em alguns pontos”, disse hoje à agência Lusa o especialista Filipe Duarte Santos que lidera o trabalho.

O estudo encomendado pela Associação Portuguesa de Seguradores tem como objectivo “identificar o risco das inundações e fazer cartas de risco no contexto das alterações climáticas, a médio prazo, até fim do século”.

Tal como acontece em praticamente todo o mundo, “há um risco acrescido de inundação porque a precipitação tende a acontecer em intervalos de tempo curtos, ou seja, grandes chuvadas muito intensas”, a que se junta o incorrecto ordenamento do território.

O professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa referiu que estão, assim, em jogo dois factores: “as alterações climáticas que intensificam os fenómenos extremos, em particular a precipitação muito elevada em intervalos de tempo curtos, e também um ordenamento do território que não é o melhor e que potencia os riscos de inundação”.

Os sítios estudados para as cartas de risco são escolhidos em função do valor das propriedades que albergam. “Concentramo-nos em regiões onde se cruza o facto de haver risco de inundação com a existência de valores elevados em habitação, infra-estruturas, comércio, indústria e ambiente”, especificou Filipe Duarte Santos.

Entre as áreas mais problemáticas está a costa desde Viana do Castelo até Peniche, sobretudo na zona da Ria de Aveiro, onde existem sítios muito vulneráveis, como a Praia da Vagueira e Praia da Cortegaça.

Também na costa algarvia, alguns locais têm um risco maior, principalmente desde a Praia do Ancão até à foz do Guadiana, como disse o especialista apontando ainda Quarteira, onde existem protecções mas o risco é “bastante elevado”.

Quanto ao risco fluvial, foram escolhidos alguns locais especialmente de Lisboa e Porto, onde os rios conjugados com maré alta, podem resultar em inundações.

Em Lisboa estão identificados alguns locais como Algés ou Alcântara.

O que há de novo neste estudo é que foram incluídos cenários climáticos futuros. “Estamos a fazer projecções do que será o risco de inundação no futuro atendendo a que estamos com uma mudança climática que traz fenómenos meteorológicos extremos mais intensos”, apontou o investigador.

O estudo é realizado por 15 investigadores de várias entidades da Universidade de Lisboa, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Aveiro e os resultados preliminares são hoje apresentados em Lisboa.

Fonte: Ecosfera – Público / Lusa
Original: http://bit.ly/tQL6ZN


FOLLOW US / SIGA-NOS:
              


WASHINGTON — Across the country, cities and counties are instituting fees on plastic bags, or even banning them outright, in an effort to prevent pollution and raise revenue for cash-strapped local governments.

Four cities in Oregon — Eugene, Corvallis, Newport and Ashland — are considering banning plastic bags at retail stores. The towns would join at least 10 other U.S. cities and counties that have prohibited plastic bags since 2008.

“There is no reason a product we use for a few minutes should float in our oceans for a few hundred years,” said Dave Mathews, a preservation associate for Environment Oregon.

Not all voters embrace the idea. In 2009, Seattle residents voted down a proposed plastic bag fee and Philadelphia voters rejected a ban. But since 2009, the National Conference of State Legislatures reports, 12 states have proposed bans on plastic bags while three have proposed taxes.

Environmental activists emphasize the conservation benefits of discouraging the use of plastic bags.

“Plastics, especially once they get into the marine environment, are pervasive. They have dramatic effects on marine life,” said Julie Lawson, chair of the Washington, D.C., chapter of the Surfrider Foundation, a group that seeks to preserve coastal areas.

“A lot of Surfrider volunteers get started by attending a beach or river cleanup,” she continued. What they learn is that “we could be cleaning up for the rest of our lives, and it will still show up. Addressing it at the source through a bag ban or a fee is really the most sustainable way of addressing this trash problem.”

The trend toward plastic bag bans is not limited to the United States. China enacted a plastic bag ban in 2008, and since then the country has saved more than 1.6 million barrels of oil and reduced plastic bag usage by 66 percent.

Opponents of such bans say that replacing disposable bags with reusable ones may seem like a laudable goal, but the reality can be quite different.

Shari Jackson, director of Progressive Bag Affiliates, an organization that actively lobbied against a plastic bag ban enacted in several California cities, told HuffPost that the ban itself is just not effective.

“Bans have not been shown to reduce litter, which is always the stated intent,” said Jackson. “Instead, experience has shown that when grocers and retailers are no longer permitted to use plastic bags, consumers turn to paper bags, which create more greenhouse gas emissions and use more energy to manufacture.”

Jackson noted that bans can have unintended effects on employment opportunities as well. “Bans erode consumer choice, threaten well-paying manufacturing jobs and harm growing recycling programs for plastic bags and wraps,” she said.

Plastic bag bans also impose a new burden on consumers. Edmundo Arizpe of Brownsville, Texas, said that when he needs to buy a lot of groceries he goes to a nearby city that allows plastic bags. “I’m doing worse to the climate [by driving],” Arizpe told The New York Times in May.

The environment is not the only concern driving cities and counties to plastic bag bans. The other is tax dollars. With state tax revenues at an all-time low, a levy such as the 5 cent fee per bag that the District of Columbia implemented in 2010 can help replenish the coffers.

During the first year the bag fee went into effect, D.C. collected an additional $2 million in tax revenue.

Author: Jordan Howard
Source: HuffPost Green
Original: http://huff.to/tIZq3M


FOLLOW US / SIGA-NOS:
              




(Fotografia: Divulgação)

A maior fabricante de automóveis do mundo vai apresentar no Salão de Genebra, no começo de março, o protótipo elétrico do seu minicarro iQ, lançado em 2008.

Com capacidade para quatro pessoas, o carro possui um motor elétrico alimentado por um conjunto de baterias de lítio, colocadas sob o piso do automóvel, uma solução que permite manter inalterados o espaço interno e do porta-malas.

Em relação ao desempenho, a fabricante adianta que o carro terá autonomia superior a 100 quilômetros. O compacto nipônico passa por testes e deverá chegar ao mercado americano e europeu apenas a partir de 2012.

Autor: Vanessa Barbosa
Fonte: Exame
Original: http://bit.ly/tttMkq


FOLLOW US / SIGA-NOS:
              



Heliostats, or solar mirrors, being transported to a field at the Ivanpah solar project in the Mojave Desert. Google has dropped an effort to refine the technology. (Photography: BrightSource)

Google has quietly dropped a four-year-old initiative to make renewable energy cheaper than coal, which it promoted with an abbreviation that read like a math formula, RE<c .

The company insists that it still supports the development of renewable energy and has major investments in a variety of companies in that area. But it has closed up shop on an effort to improve the engineering of a “power tower,” a giant field of computer-controlled solar mirrors that will focus the sun’s light on a black-painted absorber, heating a liquid inside to a temperature that can be used to make steam for electricity.

Google had sought to improve the reflectors and the wind resistance of the mirrors, called heliostats, among other design factors, and to lower their costs. It has published its results, which call for a fundamental rethinking of the technology.

But none of its research will be used to improve the project, the Ivanpah Solar Electric Generating System, on which construction began about a year ago in the Mojave Desert. Although it has dropped its research on the project, overseen by the company BrightSource, Google still has invested $168 million in the venture, said to be the largest of its kind in the world. (The largest investor is NRG, a generating company based in Princeton, N.J., that has put in $300 million.)

Ivanpah is supposed to be completed in 2013 and will generate 392 megawatts of electricity.

Under RE<c, Google also financed the development of a national map of geothermal resources, which it published recently.

The company continues its efforts at energy efficiency, especially for its server farms, a spokesman, Parag Chokshi, said. Google still has plowed a substantial amount of money into wind developments. One form of federal aid to wind farms is an investment tax credit that reduces the tax burden of companies with profits. Through the course of the recession, Google has been one of the few companies with profits to write off against the credit.

And it still has a substantial investment in the Atlantic Wind Connection, an audacious plan to build an electric transmission backbone under the seabed off the East Coast from Virginia to the New York area.

But on its blog, Google announced some “spring cleaning out of season,” saying it was “shutting a number of products which haven’t had the impact we’d hoped for.” In addition to RE<C, the company is closing down Google Bookmark Lists, Google Friend Connect, Google Gears, Google Search Timeline, Google Wave and Knol.

The company’s energy czar, Bill Wiehl, who joined the company in 2006, left this month.

Author: Matthew L. Wald
Source: The New York Times
Original: http://nyti.ms/v2wk4o


FOLLOW US / SIGA-NOS:
              


Projeto propõe revitalizar mina de diamante desativada na cidade de Mirniy, na Rússia, uma das maiores crateras feitas pelo homem


(Fotografia: Wilimedia Commons)

Uma gigantesca mina de diamante abandonada no leste da Sibéria, na Rússia, pode dar lugar a uma cidade totalmente sustentável. Pelo menos essa é ideia da firma de design AB Elis, que projetou a Eco-City 2020, uma incrível cidade verde subterrânea, capaz de abrigar até 100 mil moradores.


(Fotografia: Wilimedia Commons)

O projeto ocuparia integralmente o buraco a céu aberto que fica na congelante cidade russa de Mirney e que durante anos serviu para exploração de diamante. Com cerca de um quilômetro de diâmetro e 500 metros de profundidade, a região é considerada uma das maiores crateras artificiais do planeta e, por suas dimensões, é chamada de “umbigo do mundo”.


(Fotografia: AB Elis)

A Eco-city é planejada em três níveis principais, cada um deles possuiria fazendas verticais, florestas, residências, áreas comerciais, de recreação e de lazer. O mais interessante ponto desse projeto é a construção de um enorme domo de vidro que protegerá a cidade do clima rigoroso da Sibéria, permitindo que a temperatura interna seja controlada de forma automotizada e também, terá toda sua energia extraída de células fotovoltaicas.


(Fotografia: AB Elis)

No primeiro piso, ficaria a parte residencial, com apartamentos, terraços e espaços abertos para a biosfera e com vista para a floresta no centro da cidade, criando assim, um ambiente com total harmonia com a natureza construída. Segundo seus criadores, com regras ambientais rígidas, a prioridade da Eco City 2020 é a qualidade de vida de seus habitantes, tudo o que for produzir na cidade deve ser ambientalmente sustentável e reciclável.


(Fotografia: AB Elis)

Autor: Vanessa Barbosa
Fonte: Exame
Original: http://bit.ly/tkpW88


FOLLOW US / SIGA-NOS:
              



The Tasmanian Government is investigating how much the state could earn from storing carbon in its native forests.


The survey will help determine the value of protecting forests which can earn carbon credits. (Photography: Rob Blakers: Supplied)

The Climate Change Minister says consultants CO-2 Australia will provide the first accurate snapshot of the amount of carbon stored in Tasmania’s private and public forests.

Cassy O’Connor says it will help determine the value of protecting forests which can earn carbon credits.

Resources Minister Bryan Green sees it as an opportunity to diversify the revenue stream from public forests, but not to the detriment of the traditional forest industry.

It is still unclear which forests will be protected under the $276 million forest peace deal.

The group charged with identifying which forests to protect has failed to complete its draft report due today.

A spokesman for Mr Green says a new deadline has not been set.

Source: ABC News
Original: http://bit.ly/sKjBy4


FOLLOW US / SIGA-NOS:
              

%d bloggers like this: